{"id":16419,"date":"2025-08-18T16:11:59","date_gmt":"2025-08-18T19:11:59","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=16419"},"modified":"2025-08-18T16:12:02","modified_gmt":"2025-08-18T19:12:02","slug":"novo-robo-criado-no-oriente-vai-engravidar-e-dar-a-luz-a-bebe-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/novo-robo-criado-no-oriente-vai-engravidar-e-dar-a-luz-a-bebe-humano\/","title":{"rendered":"Novo rob\u00f4 criado no Oriente vai engravidar e dar a luz a beb\u00ea humano"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tecnologia chinesa pode estar prestes a romper uma das maiores fronteiras da biomedicina: a gesta\u00e7\u00e3o humana fora do corpo feminino. A empresa&nbsp;<strong>Kaiwa Technology<\/strong>, sediada em Guangzhou, anunciou o desenvolvimento do que promete ser o primeiro&nbsp;<strong>rob\u00f4 capaz de engravidar e dar \u00e0 luz um beb\u00ea humano<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apresentado na&nbsp;<strong>World Robot Conference 2025<\/strong>, em Pequim, o projeto foi revelado por&nbsp;<strong>Zhang Qifeng<\/strong>, fundador da companhia e pesquisador ligado \u00e0 Nanyang Technological University. Segundo ele, o prot\u00f3tipo deve estar pronto em&nbsp;<strong>2026<\/strong>, com pre\u00e7o estimado em 100 mil yuans (cerca de US$ 13,9 mil) \u2014 um valor significativamente menor que o custo de contratar uma barriga de aluguel em pa\u00edses como os Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como funciona a \u201cgesta\u00e7\u00e3o artificial\u201d<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O rob\u00f4 foi projetado em forma humanoide e ter\u00e1 um&nbsp;<strong>\u00fatero artificial integrado ao abd\u00f4men<\/strong>, alimentado por um sistema de fluido amni\u00f3tico sint\u00e9tico. O feto receber\u00e1 nutrientes por meio de um tubo, imitando a liga\u00e7\u00e3o natural do cord\u00e3o umbilical.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Qifeng, a tecnologia de \u00fateros artificiais j\u00e1 \u00e9 considerada \u201cmadura\u201d em laborat\u00f3rio, mas nunca foi testada em um humanoide do in\u00edcio ao fim da gravidez. O desafio ser\u00e1 reproduzir todo o ciclo gestacional, desde a fecunda\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do embri\u00e3o at\u00e9 o parto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quest\u00f5es \u00e9ticas e legais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta gerou intensos debates em redes sociais e entre especialistas em bio\u00e9tica. Cr\u00edticos apontam o risco de mercantiliza\u00e7\u00e3o da vida humana e os poss\u00edveis impactos sociais caso a gesta\u00e7\u00e3o se torne um servi\u00e7o automatizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qifeng afirma que&nbsp;<strong>discuss\u00f5es j\u00e1 foram realizadas com autoridades da prov\u00edncia de Guangdong<\/strong>, e propostas foram submetidas para an\u00e1lise legislativa. Contudo, ainda n\u00e3o h\u00e1 respostas claras sobre aspectos legais, religiosos ou morais envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da gesta\u00e7\u00e3o artificial, a confer\u00eancia tamb\u00e9m apresentou o\u00a0<strong>GEAIR<\/strong>, primeiro rob\u00f4 agr\u00edcola movido por intelig\u00eancia artificial, projetado para acelerar o cruzamento de plantas e aumentar a produtividade agr\u00edcola. A combina\u00e7\u00e3o de IA, biotecnologia e rob\u00f3tica coloca a China em posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a nas chamadas \u201cbiotecnologias do futuro\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tecnologia chinesa pode estar prestes a romper uma das maiores fronteiras da biomedicina: a gesta\u00e7\u00e3o humana fora do corpo feminino. A empresa&nbsp;Kaiwa Technology, sediada em Guangzhou, anunciou o desenvolvimento do que promete ser o primeiro&nbsp;rob\u00f4 capaz de engravidar e dar \u00e0 luz um beb\u00ea humano. Apresentado na&nbsp;World Robot Conference 2025, em Pequim, o projeto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":16421,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-16419","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16419"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16422,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16419\/revisions\/16422"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16421"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}