{"id":16465,"date":"2025-08-19T07:52:28","date_gmt":"2025-08-19T10:52:28","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=16465"},"modified":"2025-08-19T07:52:30","modified_gmt":"2025-08-19T10:52:30","slug":"mundial-de-1951-do-palmeiras-sera-reconhecido-pela-fifa-checamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/mundial-de-1951-do-palmeiras-sera-reconhecido-pela-fifa-checamos\/","title":{"rendered":"Mundial de 1951 do Palmeiras ser\u00e1 reconhecido pela FIFA? Checamos"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma publica\u00e7\u00e3o nas redes sociais da Conmebol, nesta segunda-feira (18), agitou torcedores do Palmeiras ao anunciar que a Fifa havia reconhecido a\u00a0<strong>Copa Rio de 1951<\/strong>\u00a0como t\u00edtulo oficial de Mundial de Clubes. No entanto, a postagem foi rapidamente apagada. A apura\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Metr\u00f3poles<\/em>\u00a0confirmou que o epis\u00f3dio foi resultado de um\u00a0<strong>ataque hacker<\/strong>\u00a0e que n\u00e3o h\u00e1 qualquer mudan\u00e7a no posicionamento da entidade m\u00e1xima do futebol.<\/p>\n\n\n\n<p>Na semana passada, a Fifa divulgou um relat\u00f3rio sobre competi\u00e7\u00f5es intercontinentais, no qual incluiu a Copa Rio ao lado da Copa Intercontinental (1960\u20132004) e do Mundial de Clubes (2000 em diante). Todas essas competi\u00e7\u00f5es aparecem na categoria \u201c<strong>Copa Inter-Confedera\u00e7\u00f5es<\/strong>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso, por\u00e9m, n\u00e3o significa equipara\u00e7\u00e3o de status. Segundo fontes do&nbsp;<em>ge<\/em>, o documento trata de forma gen\u00e9rica qualquer torneio disputado entre clubes de diferentes continentes. Assim, o Palmeiras (1951) e o Fluminense (1952) figuram nessa lista, mas tamb\u00e9m o Wydad Casablanca, pelo Campeonato Afro-Asi\u00e1tico de Clubes de 1993 \u2014 competi\u00e7\u00e3o que nunca foi considerada mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>A posi\u00e7\u00e3o oficial segue a decis\u00e3o tomada pelo Conselho da Fifa em 2017:&nbsp;<strong>apenas a Copa Intercontinental e o Mundial de Clubes da pr\u00f3pria entidade d\u00e3o direito ao t\u00edtulo de campe\u00e3o do mundo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A batalha por reconhecimento<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O Palmeiras, vencedor da primeira edi\u00e7\u00e3o da Copa Rio, defende desde a d\u00e9cada de 2000 que a conquista seja considerada mundial. O Fluminense, campe\u00e3o em 1952, tamb\u00e9m pleiteia a mesma valida\u00e7\u00e3o. Em 2023, dirigentes tricolores chegaram a entregar um dossi\u00ea ao presidente Gianni Infantino, mas n\u00e3o obtiveram resposta formal.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca, a competi\u00e7\u00e3o foi organizada com apoio da Fifa e da Prefeitura do Rio de Janeiro, reunindo clubes campe\u00f5es ou vice-campe\u00f5es nacionais. O t\u00edtulo palmeirense foi conquistado em final contra a Juventus, da It\u00e1lia, no Maracan\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O epis\u00f3dio do hacker<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O ataque desta segunda-feira atingiu os perfis brasileiros e espanh\u00f3is da Conmebol, incluindo contas da Libertadores, Sul-Americana e Recopa. O invasor fez diversas postagens afirmando que a Fifa havia reconhecido o t\u00edtulo alviverde. Todas foram apagadas rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, apesar da euforia inicial entre torcedores,&nbsp;<strong>n\u00e3o houve reconhecimento oficial do t\u00edtulo de 1951 como Mundial de Clubes<\/strong>. Qualquer mudan\u00e7a futura depender\u00e1 de nova delibera\u00e7\u00e3o do Conselho da Fifa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma publica\u00e7\u00e3o nas redes sociais da Conmebol, nesta segunda-feira (18), agitou torcedores do Palmeiras ao anunciar que a Fifa havia reconhecido a\u00a0Copa Rio de 1951\u00a0como t\u00edtulo oficial de Mundial de Clubes. No entanto, a postagem foi rapidamente apagada. A apura\u00e7\u00e3o do\u00a0Metr\u00f3poles\u00a0confirmou que o epis\u00f3dio foi resultado de um\u00a0ataque hacker\u00a0e que n\u00e3o h\u00e1 qualquer mudan\u00e7a no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":16466,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-16465","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16465","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16465"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16465\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16467,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16465\/revisions\/16467"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16466"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16465"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16465"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16465"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}