{"id":17375,"date":"2025-08-28T15:03:18","date_gmt":"2025-08-28T18:03:18","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=17375"},"modified":"2025-08-28T15:03:20","modified_gmt":"2025-08-28T18:03:20","slug":"verdade-ou-mito-salario-minimo-de-r-1-945-sera-pago-em-2025-checamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/verdade-ou-mito-salario-minimo-de-r-1-945-sera-pago-em-2025-checamos\/","title":{"rendered":"Verdade ou mito: Sal\u00e1rio m\u00ednimo de R$ 1.945 ser\u00e1 pago em 2025? Checamos!"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos \u00faltimos dias, circulou nas redes sociais a informa\u00e7\u00e3o de que o\u00a0<strong>sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional em 2025 seria de R$ 1.945<\/strong>. A not\u00edcia gerou d\u00favida entre trabalhadores, especialmente porque o governo federal j\u00e1 havia anunciado um reajuste de 7,5% para o piso nacional, que passou a\u00a0<strong>R$ 1.518<\/strong>\u00a0nesse ano. Afinal, o valor maior \u00e9 real?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta \u00e9:&nbsp;<strong>verdade parcial<\/strong>. O valor de&nbsp;<strong>R$ 1.945,67<\/strong>&nbsp;existe, mas n\u00e3o se trata do sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional. Ele corresponde \u00e0&nbsp;<strong>quarta faixa do piso regional do Rio Grande do Sul<\/strong>, sancionado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) em 11 de junho, ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o na Assembleia Legislativa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que muda com a lei ga\u00facha<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O reajuste aprovado foi de&nbsp;<strong>8%<\/strong>, percentual superior tanto \u00e0 infla\u00e7\u00e3o oficial medida pelo INPC (4,77%) quanto ao aumento do m\u00ednimo nacional. A medida beneficiar\u00e1 diretamente cerca de&nbsp;<strong>1,3 milh\u00e3o de trabalhadores<\/strong>&nbsp;que n\u00e3o t\u00eam sal\u00e1rios definidos por acordos ou conven\u00e7\u00f5es coletivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a nova lei, os valores passam a variar entre&nbsp;<strong>R$ 1.789,04<\/strong>&nbsp;(faixa 1) e&nbsp;<strong>R$ 2.267,21<\/strong>&nbsp;(faixa 5). O valor de R$ 1.945,67 se refere especificamente a atividades como metalurgia, gr\u00e1fica, vigil\u00e2ncia, condom\u00ednios e setor naval, entre outras categorias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Repercuss\u00e3o entre trabalhadores e empres\u00e1rios<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As centrais sindicais comemoraram a aprova\u00e7\u00e3o, mas destacaram que as perdas acumuladas ao longo dos anos ainda n\u00e3o foram compensadas. Segundo Guiomar Vidor, presidente da&nbsp;<strong>CTB-RS<\/strong>, seria necess\u00e1rio um aumento de 8,6% a mais para repor integralmente o poder de compra perdido.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 entidades empresariais, como a&nbsp;<strong>Fiergs<\/strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>Fecom\u00e9rcio-RS<\/strong>, criticaram o reajuste. Para elas, o aumento ignora as dificuldades enfrentadas pelo setor ap\u00f3s as enchentes de 2024, quando muitas empresas se endividaram.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor de\u00a0R$ 1.945,67 \u00e9 verdadeiro, mas n\u00e3o se trata do\u00a0sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional. Ele corresponde a uma das faixas do\u00a0piso regional do Rio Grande do Sul, aplic\u00e1vel apenas a determinadas categorias de trabalhadores no estado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dias, circulou nas redes sociais a informa\u00e7\u00e3o de que o\u00a0sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional em 2025 seria de R$ 1.945. A not\u00edcia gerou d\u00favida entre trabalhadores, especialmente porque o governo federal j\u00e1 havia anunciado um reajuste de 7,5% para o piso nacional, que passou a\u00a0R$ 1.518\u00a0nesse ano. Afinal, o valor maior \u00e9 real? A resposta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":6223,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-17375","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17375","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17375"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17375\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17377,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17375\/revisions\/17377"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6223"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17375"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17375"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17375"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}