{"id":19190,"date":"2025-09-15T20:14:44","date_gmt":"2025-09-15T23:14:44","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=19190"},"modified":"2025-09-15T20:14:47","modified_gmt":"2025-09-15T23:14:47","slug":"loja-de-artigos-cristaos-e-invadida-e-destruida-no-sul-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/loja-de-artigos-cristaos-e-invadida-e-destruida-no-sul-do-brasil\/","title":{"rendered":"Loja de artigos crist\u00e3os \u00e9 invadida e destru\u00edda no Sul do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Em menos de sete dias, duas imagens de santas expostas em frente a uma loja de artigos religiosos, na Alameda Miguel Blasi, em Londrina (PR), foram destru\u00eddas por v\u00e2ndalos. O primeiro ataque ocorreu na segunda-feira (8) e o segundo no s\u00e1bado (13).<\/p>\n\n\n\n<p>O empres\u00e1rio Walfrido Barbosa, dono do estabelecimento, j\u00e1 iniciou a restaura\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. A imagem de&nbsp;<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>&nbsp;est\u00e1 quase recuperada, mas a de&nbsp;<strong>Nossa Senhora Aparecida<\/strong>&nbsp;sofreu danos mais graves: cabe\u00e7a e m\u00e3os foram quebradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da gravidade, Barbosa n\u00e3o acredita que os atos tenham sido motivados por intoler\u00e2ncia religiosa. Mesmo assim, ele teme que a destrui\u00e7\u00e3o possa se repetir contra outras pe\u00e7as expostas na fachada da loja.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3rico recente de ataques a s\u00edmbolos religiosos<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso reacende a discuss\u00e3o sobre intoler\u00e2ncia religiosa em Londrina. Em fevereiro deste ano, a&nbsp;<strong>Casa de Umbanda Cantinho do Pai Jo\u00e3o<\/strong>, refer\u00eancia para a comunidade umbandista da regi\u00e3o, foi alvo de vandalismo e pichada com frases b\u00edblicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, a dire\u00e7\u00e3o da casa divulgou nota de rep\u00fadio classificando o ataque como \u201cracismo religioso\u201d e refor\u00e7ando que a liberdade de cren\u00e7a \u00e9 um direito constitucional garantido pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988.<\/p>\n\n\n\n<p>Um boletim de ocorr\u00eancia foi registrado, e os respons\u00e1veis ainda s\u00e3o procurados. O epis\u00f3dio foi enquadrado como crime de intoler\u00e2ncia religiosa, racismo religioso e dano ao patrim\u00f4nio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Liberdade de culto sob amea\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Casos como esses acendem alerta para a escalada da viol\u00eancia contra manifesta\u00e7\u00f5es de f\u00e9 no Brasil. De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o brasileira, atacar s\u00edmbolos ou espa\u00e7os de qualquer religi\u00e3o \u00e9 crime previsto no C\u00f3digo Penal e em leis espec\u00edficas contra o racismo religioso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQue possamos viver num tempo em que mais ningu\u00e9m se esconda sob o capuz da ignor\u00e2ncia e da perversidade para vilipendiar um local sagrado\u201d, afirmou em nota a Casa de Umbanda atingida em fevereiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso da loja de artigos crist\u00e3os agora se soma a esse cen\u00e1rio de tens\u00e3o, revelando que tanto templos de matriz africana quanto s\u00edmbolos do cristianismo t\u00eam sido alvo de viol\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em menos de sete dias, duas imagens de santas expostas em frente a uma loja de artigos religiosos, na Alameda Miguel Blasi, em Londrina (PR), foram destru\u00eddas por v\u00e2ndalos. O primeiro ataque ocorreu na segunda-feira (8) e o segundo no s\u00e1bado (13). 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