{"id":1973,"date":"2025-02-01T13:20:14","date_gmt":"2025-02-01T16:20:14","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=1973"},"modified":"2025-01-31T19:51:35","modified_gmt":"2025-01-31T22:51:35","slug":"por-que-o-brasil-nao-tem-terremoto-saiba-se-e-possivel-acontecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/por-que-o-brasil-nao-tem-terremoto-saiba-se-e-possivel-acontecer\/","title":{"rendered":"Por que o Brasil n\u00e3o tem terremoto? Saiba se \u00e9 poss\u00edvel acontecer"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil pode ter milhares de problemas, mas pelo menos n\u00e3o temos que lidar com terremotos\u2026 certo? Bem.. mais ou menos. Existem, sim, tremores de terra no Brasil, mas nem todo abalo s\u00edsmico \u00e9 destrutivo ou at\u00e9 mesmo perceptivo para a popula\u00e7\u00e3o. Mas o risco de grandes tremores de terra (os terremotos) \u00e9 extremamente baixo no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A explica\u00e7\u00e3o para isso est\u00e1 nas placas tect\u00f4nicas. Antes de tudo, \u00e9 preciso lembrar que os terremotos e tremores de terra s\u00e3o causados justamente pelo deslizamento e atrito entre essas placas. As atividades s\u00edsmicas mais fortes acontecem nas bordas das placas e \u00e9 por isso que o Brasil est\u00e1 t\u00e3o seguro. O nosso pa\u00eds est\u00e1 bem no meio da placa Sul-Americana, longe das bordas, dos terremotos e dos vulc\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o, o nosso vizinho Chile est\u00e1 na borda da placa, no limite entre a Sul-Americana e a placa Nazca. \u201cNo Brasil, ocorre um terremoto de magnitude 5 a cada cinco anos. No Chile, a cada semana\u201d, afirmou Marcelo Assump\u00e7\u00e3o, professor da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e doutor em Geof\u00edsica pela Universidade de Edimburgo, na Esc\u00f3cia, ao National Geographic Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Qual foi o maior terremoto que j\u00e1 aconteceu no Brasil?<\/p>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 dissemos, apesar de serem raros, os tremores de terra n\u00e3o s\u00e3o imposs\u00edveis por aqui. O maior deles foi registrado no dia 27 de janeiro de 1955, na regi\u00e3o da Serra do Tombador, no norte do Mato Grosso. O terremoto teve uma magnitude de 6.2. e chegou a acordar v\u00e1rias pessoas na cidade de Cuiab\u00e1, a 370 km de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Como a regi\u00e3o epicentral em que o tremor ocorreu era desabitada, n\u00e3o aconteceram grandes danos, mas ele poderia ter causado estragos em regi\u00f5es com uma popula\u00e7\u00e3o maior. Segundo o professor Marcelo Assump\u00e7\u00e3o, j\u00e1 aconteceram tremores com magnitude 5 na regi\u00e3o Nordeste que causaram at\u00e9 desabamentos em casas fracas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil pode ter 99 problemas, mas um terremoto n\u00e3o \u00e9 um deles, certo? Bem&#8230; mais ou menos. N\u00f3s temos, sim, tremores de terra por aqui.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":1974,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1973","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1973","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1973"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1973\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1975,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1973\/revisions\/1975"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1973"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1973"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1973"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}