{"id":2340,"date":"2025-01-30T18:33:42","date_gmt":"2025-01-30T21:33:42","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=2340"},"modified":"2025-01-30T18:33:42","modified_gmt":"2025-01-30T21:33:42","slug":"e-perigoso-usar-cpf-como-chave-pix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/e-perigoso-usar-cpf-como-chave-pix\/","title":{"rendered":"\u00c9 perigoso usar CPF como chave Pix?"},"content":{"rendered":"\n<p>O Pix se tornou uma das principais formas de transa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias do Brasil e \u00e9 poss\u00edvel ter atrav\u00e9s de v\u00e1rias chaves, podendo ser CPF ou CNPJ, E-mail, N\u00famero de telefone, Chave aleat\u00f3ria, QR Code. Por conta dessa diversidade de op\u00e7\u00f5es, as pessoas devem se perguntar qual \u00e9 a mais segura. Em alguns portais, o CPF \u00e9 considerado o mais seguro, enquanto outros alertam sobre o risco de vincular o documento como chave.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O CPF \u00e9 um n\u00famero \u00fanico, o que pode ser um alvo atraente para golpistas. Ao oferecer o n\u00famero como chave, voc\u00ea est\u00e1 expondo um dado sens\u00edvel que pode ser utilizado para transa\u00e7\u00f5es fraudulentas, como o famoso golpe do Pix errado. Al\u00e9m disso, ter acesso a esse n\u00famero pode dar margem para que criminosos tentem abrir contas em seu nome, solicitar empr\u00e9stimos ou realizar outras transa\u00e7\u00f5es financeiras, comprometendo sua reputa\u00e7\u00e3o e causando diversos transtornos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O CPF \u00e9 realmente a pior escolha para chave Pix?<\/h2>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, quando o Pix foi implantado no pa\u00eds, o Banco Central passou algumas recomenda\u00e7\u00f5es para a popula\u00e7\u00e3o, visto que na \u00e9poca 40 milh\u00f5es de chaves j\u00e1 haviam sido cadastradas em um curto espa\u00e7o de tempo. Para a CNN, o especialista em seguran\u00e7a da Kaspersky no Brasil, Fabio Assolini, afirmou que a melhor op\u00e7\u00e3o era o CPF, pois \u00e9 um dado que n\u00e3o pode ser alterado:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO dado mais seguro \u00e9 o CPF porque ele n\u00e3o vai mudar, por isso \u00e9 considerado a chave mais valiosa. E-mails e celular voc\u00ea pode perder o controle no caso de um ataque cibern\u00e9tico\u201d, <\/em>disse. <em>\u201cAs chaves problem\u00e1ticas s\u00e3o o e-mail e n\u00famero de telefone porque sabemos que existem golpes aos quais os fraudadores conseguem desativar o n\u00famero do celular e ativ\u00e1-lo em outro chip e isso \u00e9 preocupante\u201d<\/em>, ressaltou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pix se tornou uma das principais formas de transa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias do Brasil e \u00e9 poss\u00edvel ter atrav\u00e9s de v\u00e1rias chaves, podendo ser CPF ou CNPJ, E-mail, N\u00famero de telefone, Chave aleat\u00f3ria, QR Code. Por conta dessa diversidade de op\u00e7\u00f5es, as pessoas devem se perguntar qual \u00e9 a mais segura. Em alguns portais, o CPF [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":2341,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2340","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2340"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2342,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340\/revisions\/2342"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2341"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}