{"id":2609,"date":"2025-02-07T17:34:36","date_gmt":"2025-02-07T20:34:36","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=2609"},"modified":"2025-02-10T17:31:44","modified_gmt":"2025-02-10T20:31:44","slug":"estas-sao-as-6-maiores-reclamacoes-dos-consumidores-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/estas-sao-as-6-maiores-reclamacoes-dos-consumidores-no-brasil\/","title":{"rendered":"Estas s\u00e3o as 6 maiores reclama\u00e7\u00f5es dos consumidores no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Antes de fazer uma compra online, voc\u00ea provavelmente vai nos coment\u00e1rios ver o que outras pessoas acharam daquele produto ou servi\u00e7o, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Os elogios e, principalmente, as reclama\u00e7\u00f5es dos consumidores s\u00e3o a melhor r\u00e9gua na hora de fazer uma comprinha. Pensando nisso, a Octadesk, em parceria com a Opinion Box, fez o estudo CX Trends 2025, para descobrir quais s\u00e3o as principais queixas dos consumidores brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o levantamento, os principais problemas apontados pelos consumidores foram:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Produtos ou servi\u00e7os com qualidade abaixo do esperado (26%);<\/li>\n\n\n\n<li>Entregas: \n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>atrasadas (24%);<\/li>\n\n\n\n<li>ou n\u00e3o realizadas (21%); <\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Propaganda enganosa (24%);<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas no atendimento (20%); <\/li>\n\n\n\n<li>Falta de retorno sobre reclama\u00e7\u00f5es e solicita\u00e7\u00f5es (18%).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Segundo Rodrigo Ricco, fundador e diretor da Octadesk, plataforma de atendimento da LWSA, a pesquisa deixa claro como os consumidores est\u00e3o cada vez mais atentos \u00e0 qualidade dos produtos e servi\u00e7os.<em> &#8220;Esses dados s\u00e3o um alerta: melhorar a experi\u00eancia do cliente n\u00e3o \u00e9 mais uma op\u00e7\u00e3o, mas uma necessidade competitiva\u201d<\/em>, acredita Ricco. Ele ainda acrescenta que<em> &#8220;monitorar essas dores permite agir de forma proativa, corrigindo falhas no atendimento, na log\u00edstica e na comunica\u00e7\u00e3o para garantir um relacionamento mais s\u00f3lido e confi\u00e1vel com o p\u00fablico.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os consumidores querem que as marcas fa\u00e7am para melhorar?<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo Ricco, a pesquisa evidencia que o consumidor brasileiro quer agilidade, clareza e um atendimento emp\u00e1tico por parte das marcas. O estudo tamb\u00e9m perguntou o que os consumidores acham que as marcam precisam fazer para melhorar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Resolu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de problemas (37%); <\/li>\n\n\n\n<li>Amplia\u00e7\u00e3o das op\u00e7\u00f5es de frete (37%); <\/li>\n\n\n\n<li>Cupons de descontos em compras futuras (33%);<\/li>\n\n\n\n<li>Redu\u00e7\u00e3o do tempo de entrega (32%).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">77% dos consumidores brasileiros fizeram compras online em 2024<\/h2>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio eletr\u00f4nico segue em alta no Brasil, mas as lojas f\u00edsicas tamb\u00e9m continuam presentes. 77% dos consumidores fizeram compras tanto online quanto em lojas f\u00edsicas, revelando um comportamento h\u00edbrido de consumo. Al\u00e9m disso, 30% compraram pelo WhatsApp e 28% pelo Instagram, mostrando a import\u00e2ncia crescente das redes sociais no com\u00e9rcio brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO estudo comprova que redes sociais t\u00eam avan\u00e7ado do lugar de publicidade para se tornar uma op\u00e7\u00e3o de canal de compra para os consumidores, muito por conta da oferta por pequenos empreendedores. O WhatsApp se destaca neste sentido, tendo forte crescimento, com quatro pontos percentuais a mais em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado&#8221;<\/em>, destaca o diretor da Octadesk.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Octadesk, em parceria com a Opinion Desk, fez um estudo para saber mais sobre os consumidores brasileiros, incluindo as reclama\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":2610,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2609","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2609","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2609"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2609\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2675,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2609\/revisions\/2675"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2610"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}