{"id":28614,"date":"2026-01-04T18:39:00","date_gmt":"2026-01-04T21:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=28614"},"modified":"2025-12-08T23:00:23","modified_gmt":"2025-12-09T02:00:23","slug":"com-qual-idade-as-pessoas-sao-mais-felizes-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/com-qual-idade-as-pessoas-sao-mais-felizes-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"Com qual idade as pessoas s\u00e3o mais felizes, segundo a psicologia?"},"content":{"rendered":"\n<p>Um conjunto de estudos globais est\u00e1 ajudando a responder uma das perguntas mais antigas da psicologia: <strong>em que momento da vida as pessoas s\u00e3o mais felizes?<\/strong> A ci\u00eancia aponta que a satisfa\u00e7\u00e3o pessoal atinge seu ponto mais baixo por volta dos 49 anos \u2014 mas, ao contr\u00e1rio do que muitos imaginam, a partir da\u00ed ela volta a subir, e de forma consistente, at\u00e9 a velhice.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa conduzida pela <strong>Universidade de Warwick<\/strong> refor\u00e7a a teoria de que o bem-estar emocional segue um formato de curva em \u201cU\u201d. A an\u00e1lise, feita com mais de 10 mil pessoas no Reino Unido e nos Estados Unidos, indica que a felicidade come\u00e7a alta na juventude, despenca ao longo da meia-idade e volta a crescer na terceira idade.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/azertag.az\/en\/xeber\/research_shows_our_happiness_steadily_increases_once_we_pass_45-76922?__cf_chl_tk=fyhnbziheB26QeJcLsafcRNTWzZ4PwN8Z1qiqhe0p_0-1765244852-1.0.1.1-3eBrzIhI2A3986R1nKLMcijRbToqLHViyQltFcZCq0Y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ag\u00eancia de Not\u00edcias do Azerbaij\u00e3o <\/a>refor\u00e7a os achados: mesmo com a redu\u00e7\u00e3o da vitalidade f\u00edsica ap\u00f3s a meia-idade, o bem-estar mental tende a melhorar. Ou seja, ficamos fisicamente mais fr\u00e1geis, por\u00e9m emocionalmente mais fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o estudo da Universidade de Warwick, isso ocorre porque, ao envelhecer, as pessoas se tornam mais resilientes e menos pressionadas por expectativas externas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dado curioso: pessoas que dormem entre <strong>seis e oito horas por noite<\/strong> apresentaram melhor sa\u00fade f\u00edsica e mental, sugerindo que h\u00e1bitos de descanso influenciam diretamente na percep\u00e7\u00e3o de felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o pesquisador <strong>Dr. Saverio Stranges<\/strong>, respons\u00e1vel pelo estudo, o aumento do bem-estar mental na velhice est\u00e1 ligado \u00e0 maturidade emocional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs pessoas desenvolvem melhores habilidades de enfrentamento ao longo da vida\u201d, explicou o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ele, indiv\u00edduos mais velhos tendem a lidar melhor com frustra\u00e7\u00f5es e press\u00f5es do que os mais jovens, o que contribui para n\u00edveis maiores de satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Stranges tamb\u00e9m destaca outro fator:<br>\u201cPode haver uma redu\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida, o que diminui a autocr\u00edtica nas esferas pessoal e profissional.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estudo global confirma: felicidade atinge o fundo do po\u00e7o aos 49 anos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um segundo levantamento, ainda mais robusto, analisou dados de <strong>14 milh\u00f5es de pessoas em 208 pa\u00edses<\/strong>, segundo publica\u00e7\u00e3o no <em>Journal of Economic Behavior &amp; Organization<\/em>. A pesquisa, liderada por um economista brit\u00e2nico, buscou entender como o bem-estar varia mundialmente sob diferentes condi\u00e7\u00f5es sociais e culturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores utilizaram 21 indicadores de sofrimento emocional e f\u00edsico, entre eles:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>ansiedade cr\u00f4nica;<\/li>\n\n\n\n<li>sensa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de fracasso;<\/li>\n\n\n\n<li>estresse di\u00e1rio;<\/li>\n\n\n\n<li>isolamento;<\/li>\n\n\n\n<li>dores persistentes;<\/li>\n\n\n\n<li>problemas de sono.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O resultado foi surpreendentemente uniforme: <strong>a felicidade atinge seu ponto mais baixo aos 49 anos<\/strong>, independentemente de fatores como renda, escolaridade ou estado civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse per\u00edodo coincide com o que muitos chamam de \u201ccrise da meia-idade\u201d, um momento marcado por reflex\u00f5es profundas, aumento das responsabilidades e percep\u00e7\u00e3o mais n\u00edtida da finitude da vida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um conjunto de estudos globais est\u00e1 ajudando a responder uma das perguntas mais antigas da psicologia: em que momento da vida as pessoas s\u00e3o mais felizes? 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