{"id":2869,"date":"2025-02-14T21:07:37","date_gmt":"2025-02-15T00:07:37","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=2869"},"modified":"2025-02-14T21:07:38","modified_gmt":"2025-02-15T00:07:38","slug":"o-banco-que-patrocinava-ayrton-senna-por-que-o-banco-nacional-faliu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/o-banco-que-patrocinava-ayrton-senna-por-que-o-banco-nacional-faliu\/","title":{"rendered":"O banco que patrocinava Ayrton Senna: por que o Banco Nacional faliu?"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem acompanhava o universo de F\u00f3rmula 1 na \u00e9poca de &#8220;Ayrton Senna do Brasil!&#8221;, provavelmente se lembra do bon\u00e9 azul onipresente do piloto, que levava a marca do <a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/nubank-vai-fechar-em-2025-banco-se-manifesta\/\" data-type=\"post\" data-id=\"2369\">Banco<\/a> Nacional. Mas o que aconteceu com esse banco? Ele ainda existe? Trocou de nome? Continue lendo que n\u00f3s vamos te contar.<\/p>\n\n\n\n<p>Fundado em 1944, em Minas Gerais, o Banco Nacional come\u00e7ou como Banco Nacional de Minas Gerais. Com a expans\u00e3o do banco, em 1972, eles mudaram de nome e aderiram ao famoso nome de Banco Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1984, eles firmaram a parceria com o piloto, que tinha come\u00e7ado a competir pela F\u00f3rmula 1. Ali\u00e1s, segundo o InfoMoney, a diretoria do banco estava insegura em apostar em um iniciante. Como n\u00f3s j\u00e1 sabemos, a aposta compensou e a parceria de Senna com o banco continuou at\u00e9 a sua morte, em 1994, mesmo com ele tendo recebido propostas de outras financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>O bon\u00e9 azul do Banco Nacional acabou se tornando ic\u00f4nico por causa do piloto e \u00e9 um item procurado at\u00e9 hoje por f\u00e3s de Senna.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que aconteceu com o Banco Nacional?<\/h2>\n\n\n\n<p>No final dos anos 90 e come\u00e7o dos 90, a institui\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a passar por problemas, al\u00e9m de ter sido acusada de adotar uma &#8220;contabilidade fict\u00edcia&#8221; para tentar maquiar os problemas da empresa. Em 1995, o Banco Central decide intervir, afastando os gestores do Banco Nacional. <em>&#8220;Em auditoria, a autarquia monet\u00e1ria identificou 652 contas fict\u00edcias com saldo cinco vezes maior do que o valor do patrim\u00f4nio l\u00edquido do banco&#8221;<\/em>, explica o InfoMoney.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1996, o BC decretou e realizou a liquida\u00e7\u00e3o extrajudicial do Banco Nacional. E esse foi o fim da institui\u00e7\u00e3o. Dividido em dois, o banco teve uma parte vendida para o Unibanco.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1997, 33 pessoas da administra\u00e7\u00e3o do banco foram acusadas de fraude, uma delas o controlador Marcos Magalh\u00e3es Pinto, herdeiro da fam\u00edlia que tinha fundado o banco. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O bon\u00e9 azul do Banco Nacional era um item onipresente do piloto Ayrton Senna e virou um item muito procurado pelos f\u00e3s at\u00e9 hoje.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":2870,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2869","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2869","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2869"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2869\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2871,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2869\/revisions\/2871"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2870"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2869"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2869"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2869"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}