{"id":32953,"date":"2026-01-22T12:28:00","date_gmt":"2026-01-22T15:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=32953"},"modified":"2026-01-22T12:28:02","modified_gmt":"2026-01-22T15:28:02","slug":"mesmo-no-verao-cidades-brasileiras-enfrentam-frio-extremo-e-temperaturas-chegam-a-44c","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/mesmo-no-verao-cidades-brasileiras-enfrentam-frio-extremo-e-temperaturas-chegam-a-44c\/","title":{"rendered":"Mesmo no ver\u00e3o, cidades brasileiras enfrentam frio extremo e temperaturas chegam a 4,4\u00b0C"},"content":{"rendered":"\n<p>Na madrugada da \u00faltima quarta-feira (21), a <strong>Serra Catarinense, <\/strong>especialmente no Vale do Caminhos da Neve, em <strong>S\u00e3o Joaquim, <\/strong>amanheceu sob uma fina camada de gelo. Este fen\u00f4meno aconteceu \u00e0s 5h40, transformando a t\u00edpica paisagem de ver\u00e3o em um cen\u00e1rio de inverno. A temperatura chegou a 4,44\u00b0C, e este \u00e9 o quarto epis\u00f3dio de geada na regi\u00e3o em janeiro de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>O registro desse evento clim\u00e1tico foi realizado pelo fotojornalista Mycchel Legnaghi, evidenciando como a geada congelou o orvalho na vegeta\u00e7\u00e3o. O fen\u00f4meno ressalta as caracter\u00edsticas distintas do clima da Serra Catarinense, que, mesmo no <strong>ver\u00e3o,<\/strong> apresenta epis\u00f3dios inusitados de frio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que geadas acontecem no ver\u00e3o na Serra Catarinense?<\/h2>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Joaquim e <strong>Urupema,<\/strong> conhecidos entre os lugares mais frios do Brasil, enfrentam geadas devido a fatores como alta altitude e localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. As frentes frias e as condi\u00e7\u00f5es de ar seco e frio criam o ambiente ideal para a forma\u00e7\u00e3o de gelo sobre as plantas.<\/p>\n\n\n\n<p>Comparando-se com outras \u00e1reas de Santa Catarina, como Florian\u00f3polis (16,5\u00b0C) e Urupema (6,7\u00b0C), a diferen\u00e7a de temperatura na Serra \u00e9 not\u00e1vel. A Serra Catarinense, com altitudes que ultrapassam 1.200 metros e vales profundos que ret\u00eam o ar frio, tem caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas que favorecem este fen\u00f4meno.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos do clima no turismo e agricultura<\/h2>\n\n\n\n<p>A frequ\u00eancia de geadas neste m\u00eas levanta preocupa\u00e7\u00f5es sobre os efeitos no setor agr\u00edcola e no turismo. Os agricultores monitoram poss\u00edveis danos \u00e0s planta\u00e7\u00f5es. Por outro lado, a paisagem invernal pode atrair turistas interessados em uma experi\u00eancia diversa do t\u00edpico ver\u00e3o brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses incidentes refor\u00e7am o perfil clim\u00e1tico \u00fanico da Serra Catarinense, um local marcado por extremos. Durante o dia, as temperaturas sobem, contrastando com as manh\u00e3s g\u00e9lidas que remetem \u00e0 esta\u00e7\u00e3o mais fria do ano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Expectativas clim\u00e1ticas para a regi\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A Defesa Civil informou que a frente fria atual pode manter as temperaturas baixas, apesar do aquecimento durante o dia. M\u00e1ximas de at\u00e9 30\u00b0C no Oeste catarinense s\u00e3o esperadas, criando um contraste marcante entre as manh\u00e3s frias e tardes quentes em Santa Catarina.<\/p>\n\n\n\n<p>A particularidade do clima na Serra Catarinense continua a surpreender tanto moradores quanto visitantes, transformando geadas em eventos que fascinam e refor\u00e7am a singularidade desta regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Defesa Civil informou que frente fria atual pode manter as temperaturas baixas.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":13451,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-32953","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32953","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32953"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32953\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32957,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32953\/revisions\/32957"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13451"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}