{"id":33391,"date":"2026-01-31T21:30:00","date_gmt":"2026-02-01T00:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=33391"},"modified":"2026-01-26T20:45:35","modified_gmt":"2026-01-26T23:45:35","slug":"lei-dos-sobrenomes-no-brasil-qual-deve-vir-primeiro-o-do-pai-ou-o-da-mae","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/lei-dos-sobrenomes-no-brasil-qual-deve-vir-primeiro-o-do-pai-ou-o-da-mae\/","title":{"rendered":"Lei dos sobrenomes no Brasil: qual deve vir primeiro, o do pai ou o da m\u00e3e?"},"content":{"rendered":"\n<p>Na hora de registrar o nascimento de uma crian\u00e7a, muitos pais brasileiros se perguntam sobre a necessidade de incluir ambos os sobrenomes dos genitores. No Brasil, desde 1973, a legisla\u00e7\u00e3o <strong>permite flexibilidade nesta escolha.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os pais podem incluir o sobrenome do pai, da m\u00e3e ou ambos, conforme o C\u00f3digo Civil e a Constitui\u00e7\u00e3o Federal. N\u00e3o h\u00e1 imposi\u00e7\u00e3o de uma ordem espec\u00edfica, garantindo o direito ao nome como parte da identidade pessoal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Flexibilidade&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pais t\u00eam liberdade para decidir como os sobrenomes de seus filhos ser\u00e3o organizados. Essa decis\u00e3o pode refletir v\u00ednculos afetivos ou a valoriza\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o pai n\u00e3o est\u00e1 imediatamente presente para reconhecimento, \u00e9 poss\u00edvel incluir o sobrenome paterno posteriormente. Essa inclus\u00e3o ocorre atrav\u00e9s de uma averba\u00e7\u00e3o no cart\u00f3rio de registro civil, permitindo ajustes no nome da crian\u00e7a conforme reconhecimento da paternidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Escolha de apenas um sobrenome<\/h2>\n\n\n\n<p>Optar por <strong>apenas um sobrenome <\/strong>pode ser mais comum em algumas circunst\u00e2ncias. Isso pode acontecer se o pai estiver ausente no momento do registro ou em casos de maternidade solo.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha deve ser feita de forma a n\u00e3o causar constrangimento \u00e0 crian\u00e7a, respeitando as normas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 personalidade. \u00c9 crucial que a identidade do menor esteja em harmonia com os princ\u00edpios legais vigentes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tend\u00eancias internacionais&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2024, a Suprema Corte de Justi\u00e7a do M\u00e9xico adiantou a quest\u00e3o ao declarar inconstitucional a imposi\u00e7\u00e3o da ordem dos sobrenomes, promovendo igualdade de g\u00eanero. Essa mudan\u00e7a permite que fam\u00edlias mexicanas escolham livremente a ordem dos sobrenomes dos filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, embora a flexibilidade exista desde 1973, a tradi\u00e7\u00e3o cultural ainda sugere o uso do sobrenome paterno como o \u00faltimo. Tais modifica\u00e7\u00f5es em outros pa\u00edses podem provocar reflex\u00f5es sobre as pr\u00e1ticas futuras no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2026, o Brasil continua a oferecer aos pais a autonomia de escolher os sobrenomes dos filhos, representando suas hist\u00f3rias familiares e afetivas. A legisla\u00e7\u00e3o permanece est\u00e1vel e n\u00e3o existem, por enquanto, ind\u00edcios de modifica\u00e7\u00f5es iminentes.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na hora de registrar o nascimento de uma crian\u00e7a, muitos pais brasileiros ainda t\u00eam d\u00favidas.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":19621,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-33391","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33391","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33391"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33391\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33393,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33391\/revisions\/33393"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19621"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}