{"id":35086,"date":"2026-02-15T17:31:00","date_gmt":"2026-02-15T20:31:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=35086"},"modified":"2026-02-10T17:16:20","modified_gmt":"2026-02-10T20:16:20","slug":"neurologista-christopher-winter-diz-qual-o-horario-ideal-para-acordar-apos-os-65-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/neurologista-christopher-winter-diz-qual-o-horario-ideal-para-acordar-apos-os-65-anos\/","title":{"rendered":"Neurologista Christopher Winter diz qual o hor\u00e1rio ideal para acordar ap\u00f3s os 65 anos"},"content":{"rendered":"\n<p>A transi\u00e7\u00e3o para a <strong>aposentadoria<\/strong>, geralmente por volta dos 65 anos, costuma provocar mudan\u00e7as significativas na organiza\u00e7\u00e3o do tempo cotidiano. Sem as obriga\u00e7\u00f5es profissionais e os hor\u00e1rios fixos de deslocamento, muitas pessoas passam a enfrentar dificuldades para manter padr\u00f5es regulares de sono.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa altera\u00e7\u00e3o na rotina pode interferir diretamente no <strong>rel\u00f3gio biol\u00f3gico, <\/strong>resultando tanto em despertares precoces quanto em per\u00edodos prolongados na cama que n\u00e3o se traduzem em descanso de qualidade. Especialistas em sono destacam que a defini\u00e7\u00e3o de hor\u00e1rios consistentes \u00e9 um dos principais fatores para preservar o equil\u00edbrio fisiol\u00f3gico nessa fase da vida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Opini\u00f5es de especialistas<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Christopher Winter, <\/strong>neurologista formado pela Universidade da Virg\u00ednia e pela Emory University, diretor da cl\u00ednica Charlottesville Neurology and Sleep Medicine, nos Estados Unidos, e pesquisador reconhecido internacionalmente na \u00e1rea de sono e desempenho humano, afirmou ao jornal La Nacion que costuma orientar aposentados a adotarem um hor\u00e1rio fixo para despertar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele e outros especialistas, o intervalo mais indicado situa-se <strong>entre 6h30 e 7h30 da manh\u00e3. <\/strong>Esse per\u00edodo estaria alinhado aos ritmos circadianos naturais, favorecendo a utiliza\u00e7\u00e3o da luz solar como sinal biol\u00f3gico para regular a produ\u00e7\u00e3o de melatonina, horm\u00f4nio respons\u00e1vel pela indu\u00e7\u00e3o do sono, e para aumentar o estado de alerta nas primeiras horas do dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Acordar dentro dessa faixa contribui para uma melhor sincroniza\u00e7\u00e3o entre o ciclo de descanso e o ciclo claro-escuro, o que reduz a sonol\u00eancia diurna e estimula um sono noturno mais profundo. A exposi\u00e7\u00e3o matinal \u00e0 luz natural tamb\u00e9m \u00e9 associada a maior disposi\u00e7\u00e3o f\u00edsica e a um estado de \u00e2nimo mais est\u00e1vel ao longo do dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha do hor\u00e1rio ideal, no entanto, n\u00e3o \u00e9 universal. <strong>Jade Wu<\/strong>, especialista em medicina comportamental do sono, explicou ao La Nacion que essa decis\u00e3o depende do cronotipo individual, ou seja, da tend\u00eancia biol\u00f3gica de cada pessoa a ser mais ativa pela manh\u00e3 ou \u00e0 noite. De acordo com a especialista, a adapta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais positiva quando respeita esse perfil natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do hor\u00e1rio de despertar, os especialistas recomendam aten\u00e7\u00e3o aos cochilos diurnos. Embora breves per\u00edodos de descanso possam ser \u00fateis, sestas longas tendem a atrasar o sono noturno e a desorganizar o ritmo biol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica leve pela manh\u00e3, como caminhadas ou alongamentos, tamb\u00e9m \u00e9 apontada como um est\u00edmulo importante para o rel\u00f3gio interno, especialmente quando realizada ao ar livre, ampliando a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas destacam que a defini\u00e7\u00e3o de hor\u00e1rios consistentes \u00e9 um dos principais fatores para preservar o equil\u00edbrio fisiol\u00f3gico.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":35087,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35086","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35086","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35086"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35086\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35088,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35086\/revisions\/35088"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35087"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35086"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35086"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35086"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}