{"id":38230,"date":"2026-03-12T15:08:06","date_gmt":"2026-03-12T18:08:06","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=38230"},"modified":"2026-03-12T15:08:08","modified_gmt":"2026-03-12T18:08:08","slug":"trem-e-reativado-e-vai-levar-passageiros-para-a-cidade-mais-perigosa-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/trem-e-reativado-e-vai-levar-passageiros-para-a-cidade-mais-perigosa-do-mundo\/","title":{"rendered":"Trem \u00e9 reativado e vai levar passageiros para a cidade mais perigosa do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Ap\u00f3s seis anos de interrup\u00e7\u00e3o, o servi\u00e7o ferrovi\u00e1rio de passageiros entre <strong>Pequim, na China, e Pyongyang, capital da Coreia do Norte<\/strong>, voltou a operar. A primeira viagem da rota foi programada para partir da capital chinesa nesta quinta-feira (12), marcando a retomada de uma conex\u00e3o hist\u00f3rica entre os dois pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>O trem, identificado como <strong>K27<\/strong>, realiza um trajeto de cerca de <strong>800 quil\u00f4metros<\/strong> e leva aproximadamente <strong>24 horas e 41 minutos<\/strong> para chegar ao destino final. Durante a viagem, h\u00e1 uma parada na cidade fronteiri\u00e7a chinesa de <strong>Dandong<\/strong>, antes da entrada no territ\u00f3rio norte-coreano.<\/p>\n\n\n\n<p>A linha ferrovi\u00e1ria foi inaugurada em <strong>1954<\/strong> e, por d\u00e9cadas, funcionou como uma das principais conex\u00f5es terrestres entre China e Coreia do Norte. O servi\u00e7o foi suspenso em <strong>2020<\/strong>, durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico da pandemia de Covid-19, quando o regime norte-coreano fechou completamente suas fronteiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a retomada do servi\u00e7o, o trem deve operar <strong>quatro vezes por semana<\/strong>, \u00e0s segundas, quartas, quintas e s\u00e1bados, segundo informa\u00e7\u00f5es da autoridade ferrovi\u00e1ria chinesa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"477\" src=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-99.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-38232\" srcset=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-99.png 720w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-99-300x199.png 300w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-99-150x99.png 150w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">(Reprodu\u00e7\u00e3o\/UNN)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Acesso extremamente restrito<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar da reativa\u00e7\u00e3o da rota, o acesso continua bastante limitado. Atualmente, <strong>turistas estrangeiros n\u00e3o podem utilizar o servi\u00e7o<\/strong>, que est\u00e1 dispon\u00edvel apenas para cidad\u00e3os chineses que comprovem estar <strong>estudando ou trabalhando na Coreia do Norte<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Cidad\u00e3os norte-coreanos que tenham autoriza\u00e7\u00e3o oficial para sair do pa\u00eds \u2014 geralmente por motivos de estudo, trabalho ou visitas familiares \u2014 tamb\u00e9m podem adquirir passagens por meio de ag\u00eancias locais em Pyongyang.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pa\u00eds \u00e9 considerado um dos mais fechados do mundo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Coreia do Norte permanece sob forte controle estatal desde o fim da Segunda Guerra Mundial, governada pela <strong>dinastia Kim<\/strong>. O regime autorit\u00e1rio e o isolamento pol\u00edtico fizeram com que diversos pa\u00edses mantivessem <strong>alertas de viagem severos<\/strong>, classificando o destino como de alto risco.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a pandemia, o pa\u00eds ficou ainda mais isolado e apenas recentemente iniciou uma <strong>reabertura gradual<\/strong>, principalmente para visitantes da R\u00fassia e da pr\u00f3pria China.<\/p>\n\n\n\n<p>Turistas ocidentais sempre tiveram acesso extremamente limitado ao territ\u00f3rio norte-coreano, geralmente por meio de <strong>tours guiados rigorosamente controlados<\/strong>. Al\u00e9m disso, cidad\u00e3os dos Estados Unidos est\u00e3o proibidos de entrar no pa\u00eds utilizando passaporte americano desde <strong>2016<\/strong>, ap\u00f3s a morte do estudante Otto Warmbier, que havia sido preso pelo regime.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s seis anos de interrup\u00e7\u00e3o, o servi\u00e7o ferrovi\u00e1rio de passageiros entre Pequim, na China, e Pyongyang, capital da Coreia do Norte, voltou a operar. A primeira viagem da rota foi programada para partir da capital chinesa nesta quinta-feira (12), marcando a retomada de uma conex\u00e3o hist\u00f3rica entre os dois pa\u00edses. O trem, identificado como K27, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":38234,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-38230","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38230"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38230\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38235,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38230\/revisions\/38235"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38234"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}