{"id":42527,"date":"2026-04-17T16:43:00","date_gmt":"2026-04-17T19:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=42527"},"modified":"2026-04-17T16:28:51","modified_gmt":"2026-04-17T19:28:51","slug":"brasil-debate-fim-da-escala-6x1-enquanto-argentina-amplia-jornada-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/brasil-debate-fim-da-escala-6x1-enquanto-argentina-amplia-jornada-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Brasil debate fim da escala 6&#215;1 enquanto Argentina amplia jornada de trabalho"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil discute a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho com o poss\u00edvel fim da escala 6&#215;1, enquanto a Argentina segue na dire\u00e7\u00e3o oposta ao aprovar uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras e amplia o tempo di\u00e1rio de servi\u00e7o. As mudan\u00e7as nos dois pa\u00edses evidenciam estrat\u00e9gias distintas diante dos desafios econ\u00f4micos e do mercado de trabalho na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso brasileiro, o governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urg\u00eancia constitucional propondo a diminui\u00e7\u00e3o da jornada semanal de 44 para 40 horas, al\u00e9m da garantia de dois dias de descanso remunerado sem redu\u00e7\u00e3o salarial.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta brasileira prev\u00ea o fim da escala 6&#215;1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um, e estabelece que a mudan\u00e7a n\u00e3o poder\u00e1 implicar perda de renda. Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a iniciativa busca melhorar a qualidade de vida e corrigir um modelo considerado desgastante.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 na Argentina, o governo de Javier Milei conseguiu aprovar uma reforma trabalhista com mais de 200 artigos que altera profundamente a legisla\u00e7\u00e3o vigente. Entre os principais pontos, est\u00e1 a possibilidade de ampliar a jornada di\u00e1ria de 8 para at\u00e9 12 horas, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de um banco de horas que permite compensar horas extras sem pagamento imediato.<\/p>\n\n\n\n<p>A nova legisla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m imp\u00f5e restri\u00e7\u00f5es ao direito de greve e modifica regras de indeniza\u00e7\u00e3o trabalhista, gerando forte rea\u00e7\u00e3o de sindicatos. A Confedera\u00e7\u00e3o Geral do Trabalho organizou uma greve geral de 24 horas contra a medida, com alta ades\u00e3o em diferentes setores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Debate sobre impactos sociais e econ\u00f4micos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Enquanto o governo argentino defende que a reforma pode modernizar o mercado de trabalho e estimular a formaliza\u00e7\u00e3o, cr\u00edticos apontam riscos de precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es laborais. J\u00e1 no Brasil, o debate gira em torno do impacto econ\u00f4mico da redu\u00e7\u00e3o da jornada, especialmente para empresas e contas p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta brasileira ainda precisa ser analisada e votada pelo Congresso, com expectativa do governo de aprova\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses. Caso avance, representar\u00e1 a primeira redu\u00e7\u00e3o significativa da jornada de trabalho desde a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil discute a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho com o poss\u00edvel fim da escala 6&#215;1, enquanto a Argentina segue na dire\u00e7\u00e3o oposta ao aprovar uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras e amplia o tempo di\u00e1rio de servi\u00e7o. 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