{"id":43290,"date":"2026-04-27T14:59:52","date_gmt":"2026-04-27T17:59:52","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=43290"},"modified":"2026-04-27T14:59:56","modified_gmt":"2026-04-27T17:59:56","slug":"apos-20-anos-de-cobranca-brasileiros-nao-precisam-mais-pagar-esta-conta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/apos-20-anos-de-cobranca-brasileiros-nao-precisam-mais-pagar-esta-conta\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 20 anos de cobran\u00e7a, brasileiros n\u00e3o precisam mais pagar esta conta"},"content":{"rendered":"\n<p>Motoristas de todo o pa\u00eds passar\u00e3o a contar com uma mudan\u00e7a significativa no bolso: ve\u00edculos com 20 anos ou mais de fabrica\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisar\u00e3o mais pagar o Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA). A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional por meio de uma Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o (PEC) e agora segue para promulga\u00e7\u00e3o, consolidando uma regra v\u00e1lida em todo o territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta foi aprovada com ampla maioria na C\u00e2mara dos Deputados, em dois turnos, e estabelece a chamada imunidade tribut\u00e1ria para carros de passeio, caminhonetes e ve\u00edculos mistos com mais de duas d\u00e9cadas de uso. Com isso, estados que ainda cobravam o imposto nesses casos ter\u00e3o que se adequar \u00e0 nova legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, o IPVA era um tributo estadual, com regras pr\u00f3prias definidas por cada unidade da federa\u00e7\u00e3o. Isso fazia com que o benef\u00edcio da isen\u00e7\u00e3o por idade variasse bastante: enquanto alguns estados j\u00e1 dispensavam o pagamento ap\u00f3s 10, 15 ou 20 anos, outros ainda exigiam o imposto mesmo para ve\u00edculos mais antigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a nova regra constitucional, essa diferen\u00e7a deixa de existir. Estados como Minas Gerais, Pernambuco, Tocantins, Alagoas e Santa Catarina, que n\u00e3o adotavam a isen\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica aos 20 anos, agora ter\u00e3o que seguir o padr\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A medida tamb\u00e9m harmoniza o sistema tribut\u00e1rio e elimina desigualdades regionais, segundo o relator da proposta. Na pr\u00e1tica, propriet\u00e1rios de ve\u00edculos fabricados at\u00e9 2006, por exemplo, j\u00e1 poder\u00e3o se beneficiar da isen\u00e7\u00e3o em 2026.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quem fica de fora da nova regra<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar da mudan\u00e7a ampla, a isen\u00e7\u00e3o n\u00e3o vale para todos os tipos de ve\u00edculos. O texto aprovado exclui categorias como \u00f4nibus, micro-\u00f4nibus, reboques e semirreboques, mantendo a cobran\u00e7a nesses casos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, especialistas alertam que a isen\u00e7\u00e3o do IPVA n\u00e3o elimina outras obriga\u00e7\u00f5es. Taxas como o licenciamento anual continuam sendo exigidas, e o n\u00e3o pagamento pode gerar multas, juros e at\u00e9 impedir a circula\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Impacto no bolso e no mercado<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A nova regra deve aliviar o or\u00e7amento de milhares de fam\u00edlias, especialmente aquelas que utilizam ve\u00edculos mais antigos no dia a dia. Ao mesmo tempo, a medida pode influenciar o mercado de usados, aumentando a atratividade de carros com mais de 20 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, estados podem enfrentar redu\u00e7\u00e3o na arrecada\u00e7\u00e3o com a retirada da cobran\u00e7a, o que pode exigir ajustes fiscais ou compensa\u00e7\u00f5es em outras \u00e1reas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Motoristas de todo o pa\u00eds passar\u00e3o a contar com uma mudan\u00e7a significativa no bolso: ve\u00edculos com 20 anos ou mais de fabrica\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisar\u00e3o mais pagar o Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA). A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional por meio de uma Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o (PEC) e agora segue [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":29944,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-43290","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43290"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43290\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43291,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43290\/revisions\/43291"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29944"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}