{"id":44686,"date":"2026-05-11T16:31:00","date_gmt":"2026-05-11T19:31:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=44686"},"modified":"2026-05-11T09:21:57","modified_gmt":"2026-05-11T12:21:57","slug":"como-voce-segura-o-cigarro-diz-muito-sobre-a-sua-personalidade-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/como-voce-segura-o-cigarro-diz-muito-sobre-a-sua-personalidade-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"Como voc\u00ea segura o cigarro diz muito sobre a sua personalidade, segundo a psicologia"},"content":{"rendered":"\n<p>Os <strong>gestos ao fumar <\/strong>podem desvendar aspectos intrigantes da personalidade de uma pessoa. No s\u00e9culo XX, o cigarro era onipresente em situa\u00e7\u00f5es sociais, com cerca de metade da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses industrializados fumando regularmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse h\u00e1bito comum gerou o questionamento sobre se a forma de segurar um cigarro poderia realmente revelar nuances do comportamento individual.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 1950 e 1959, fumar era socialmente aceito em v\u00e1rios contextos, desde o ambiente de trabalho at\u00e9 cinemas e lares. A publicidade consolidava o cigarro como s\u00edmbolo de status, promovendo-o em filmes e an\u00fancios.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi nesse cen\u00e1rio que especialistas come\u00e7aram a observar padr\u00f5es. A maneira de segurar um cigarro, por exemplo, era vista como uma poss\u00edvel express\u00e3o da personalidade, transformando um h\u00e1bito em uma forma de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o verbal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gestos que falam<\/h2>\n\n\n\n<p>Nesse per\u00edodo, analistas sociais notaram que a sociedade considerava o fumar um comportamento padr\u00e3o. Com o glamour refor\u00e7ado por campanhas publicit\u00e1rias, o cigarro se tornou uma pe\u00e7a da cultura popular.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas da \u00e9poca argumentavam que os gestos faziam parte de uma linguagem \u00fanica, transmitindo mensagens sobre o car\u00e1ter e as emo\u00e7\u00f5es dos fumantes.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Entre o indicador e m\u00e9dio <\/strong>(palma aberta): Indica abertura e extrovers\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Perto das pontas dos dedos<\/strong>: Sugere delicadeza ou certo distanciamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escondido na palma<\/strong>: Comportamento defensivo ou busca por discri\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Entre o polegar e indicador<\/strong>: Demonstra controle e autoridade.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gesticulando com o cigarro<\/strong>: Sinal de intensidade e impaci\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Personalidade revelada pelos detalhes<\/h2>\n\n\n\n<p>Segurar o cigarro ia al\u00e9m do estilo est\u00e9tico, oferecendo supostos insights sobre a psicologia dos fumantes. Gestos variados, como segurar o cigarro entre o polegar e o indicador ou entre o m\u00e9dio e o indicador, eram diferentes padr\u00f5es observados.<\/p>\n\n\n\n<p>Acreditava-se que esses estilos revelassem tra\u00e7os como agressividade ou tranquilidade, oferecendo uma janela para o comportamento interno dos indiv\u00edduos.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora amplamente explorado entre homens, o estudo dos gestos ao fumar n\u00e3o se aplicou igualmente \u00e0s mulheres. Isso ocorreu porque as normas de g\u00eanero influenciavam o comportamento das mulheres. Naquela \u00e9poca, fumar tamb\u00e9m simbolizava a luta das mulheres contra normas conservadoras, desafiando padr\u00f5es sociais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os gestos ao fumar podem desvendar aspectos intrigantes da personalidade de uma pessoa.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":42873,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-44686","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44686","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44686"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44686\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44688,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44686\/revisions\/44688"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42873"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44686"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44686"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44686"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}