{"id":45902,"date":"2026-05-20T21:48:00","date_gmt":"2026-05-21T00:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=45902"},"modified":"2026-05-20T17:51:09","modified_gmt":"2026-05-20T20:51:09","slug":"fenomeno-espacial-que-nao-ocorre-ha-157-anos-podera-ser-visto-novamente-em-2027-por-seis-minutos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/fenomeno-espacial-que-nao-ocorre-ha-157-anos-podera-ser-visto-novamente-em-2027-por-seis-minutos\/","title":{"rendered":"Fen\u00f4meno espacial que n\u00e3o ocorre h\u00e1 157 anos poder\u00e1 ser visto novamente em 2027 por seis minutos"},"content":{"rendered":"\n<p>Em <strong>2 de agosto de 2027, <\/strong>ocorrer\u00e1 um raro <strong>eclipse solar total, <\/strong>considerado o mais prolongado em 157 anos. O fen\u00f4meno ser\u00e1 vis\u00edvel em v\u00e1rias partes do mundo, incluindo partes da Europa, \u00c1frica e \u00c1sia Ocidental.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante 6 minutos e 23 segundos, a Lua bloquear\u00e1 completamente a luz do Sol em certas regi\u00f5es, com destaque para sua visibilidade na Espanha e seu \u00e1pice no Egito. O evento \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 proximidade da Lua com a Terra, chamada de perigeu, que potencializa a dura\u00e7\u00e3o do eclipse. Um eclipse solar total <strong>com mais de 6 minutos e 20 segundos <\/strong>de dura\u00e7\u00e3o visto a partir de terra firme n\u00e3o ocorria h\u00e1 157 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda que a fase de totalidade do eclipse seja vis\u00edvel em pa\u00edses como o Egito, sua jornada iniciar\u00e1 no Oceano Atl\u00e2ntico e seguir\u00e1 pelo Estreito de Gibraltar, cortando a pen\u00ednsula ib\u00e9rica antes de seguir por pa\u00edses como Marrocos, Arg\u00e9lia e Tun\u00edsia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em algumas regi\u00f5es, a dist\u00e2ncia entre Terra e Lua ser\u00e1 menor, intensificando o espet\u00e1culo astron\u00f4mico. Esses dados s\u00e3o confirmados por institutos de pesquisa como o Instituto Geogr\u00e1fico Nacional da Espanha.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Trajet\u00f3ria e visibilidade<\/h2>\n\n\n\n<p>O trajeto do eclipse come\u00e7ar\u00e1 sobre o Oceano Atl\u00e2ntico, passando por Gibraltar e terminando no Oceano \u00cdndico. Na Europa, a Espanha ser\u00e1 o \u00fanico pa\u00eds a visualizar a totalidade do evento, enquanto a zona de parcialidade se estender\u00e1 por quase todo o continente europeu, grande parte da \u00c1frica e parte do sudoeste asi\u00e1tico. Esse percurso gera grande expectativa entre astr\u00f4nomos e entusiastas da astronomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para garantir a seguran\u00e7a durante a observa\u00e7\u00e3o, recomenda-se o uso de \u00f3culos espec\u00edficos para eclipses ou visualizadores solares. A observa\u00e7\u00e3o direta do Sol sem prote\u00e7\u00e3o <strong>pode causar s\u00e9rios danos \u00e0 vis\u00e3o,<\/strong> tornando essencial que os espectadores sigam diretrizes de seguran\u00e7a adequadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O fen\u00f4meno exige prepara\u00e7\u00e3o cuidadosa de equipamentos como telesc\u00f3pios e c\u00e2meras, que devem possuir filtros solares especiais para captar imagens seguras do eclipse. O uso de prote\u00e7\u00e3o ocular \u00e9 vital para evitar les\u00f5es como retinopatia solar, causada pela exposi\u00e7\u00e3o direta aos raios solares.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fen\u00f4meno ser\u00e1 vis\u00edvel em v\u00e1rias partes do mundo. Veja quais.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":24734,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-45902","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45902"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45902\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":45906,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45902\/revisions\/45906"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24734"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}