{"id":47197,"date":"2026-06-01T18:52:39","date_gmt":"2026-06-01T21:52:39","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=47197"},"modified":"2026-06-01T18:52:42","modified_gmt":"2026-06-01T21:52:42","slug":"pais-vizinho-do-brasil-e-eleito-como-a-pior-nacao-do-mundo-para-trabalhar-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/pais-vizinho-do-brasil-e-eleito-como-a-pior-nacao-do-mundo-para-trabalhar-em-2026\/","title":{"rendered":"Pa\u00eds vizinho do Brasil \u00e9 eleito como a pior na\u00e7\u00e3o do mundo para trabalhar em 2026"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Argentina passou a integrar o grupo de pa\u00edses com as piores condi\u00e7\u00f5es para trabalhadores em 2026, segundo o <strong>\u00cdndice Global de Direitos<\/strong>, divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Sindical Internacional (CSI). O pa\u00eds vizinho do Brasil foi rebaixado para a <strong>categoria 5<\/strong>, a classifica\u00e7\u00e3o mais baixa do levantamento, destinada a locais onde os direitos trabalhistas deixam de ter garantia efetiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a entidade, a deteriora\u00e7\u00e3o argentina foi uma das mais expressivas observadas neste ano e contribuiu diretamente para o pior desempenho j\u00e1 registrado pelas Am\u00e9ricas desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica do \u00edndice, em 2014.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo avalia 151 pa\u00edses com base em 97 indicadores constru\u00eddos a partir das conven\u00e7\u00f5es e da jurisprud\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Argentina registra uma das maiores quedas do levantamento<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a CSI, a Argentina saiu da <strong>categoria 3 para a categoria 5 em apenas dois anos<\/strong>, movimento considerado incomum dentro da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A entidade afirma que o ambiente para trabalhadores e sindicatos se tornou mais restritivo e cita mudan\u00e7as relacionadas \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, controle de manifesta\u00e7\u00f5es e dificuldades para exerc\u00edcio de direitos coletivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os epis\u00f3dios destacados est\u00e1 a greve geral realizada em fevereiro contra propostas de reforma trabalhista do governo do presidente Javier Milei.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na ocasi\u00e3o, paralisa\u00e7\u00f5es afetaram parte da atividade econ\u00f4mica e mobiliza\u00e7\u00f5es levaram milhares de pessoas \u00e0s ruas de Buenos Aires. Os protestos terminaram em confrontos com for\u00e7as policiais nas proximidades do Congresso argentino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a confedera\u00e7\u00e3o, a piora n\u00e3o significa aus\u00eancia total de legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, mas dificuldades na aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e prote\u00e7\u00e3o efetiva desses direitos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Veja os dez pa\u00edses com piores condi\u00e7\u00f5es para trabalhadores em 2026<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o \u00cdndice Global de Direitos 2026, os pa\u00edses enquadrados na categoria mais cr\u00edtica foram:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Argentina<\/li>\n\n\n\n<li>Belarus<\/li>\n\n\n\n<li>Equador<\/li>\n\n\n\n<li>Egito<\/li>\n\n\n\n<li>Essuat\u00edni<\/li>\n\n\n\n<li>Mianmar<\/li>\n\n\n\n<li>Nig\u00e9ria<\/li>\n\n\n\n<li>Panam\u00e1<\/li>\n\n\n\n<li>Tun\u00edsia<\/li>\n\n\n\n<li>Turquia<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso do Panam\u00e1, o relat\u00f3rio aponta obst\u00e1culos ao exerc\u00edcio de direitos sindicais e dificuldades atribu\u00eddas tanto a empregadores quanto ao Estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 o Equador foi citado por mudan\u00e7as legislativas aprovadas em 2025 que ampliaram mecanismos de monitoramento e coleta de dados em determinadas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Brasil permanece em grupo intermedi\u00e1rio; Uruguai \u00e9 destaque positivo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil apareceu na <strong>categoria 4<\/strong> do \u00edndice, classifica\u00e7\u00e3o atribu\u00edda a pa\u00edses com <strong>viola\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas de direitos trabalhistas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No mesmo grupo est\u00e3o pa\u00edses como Costa Rica, El Salvador, Peru e Trinidad e Tobago. J\u00e1 M\u00e9xico, Chile, Paraguai e Bol\u00edvia ficaram na categoria 3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os latino-americanos, o principal destaque foi o Uruguai, \u00fanico da regi\u00e3o a alcan\u00e7ar a <strong>categoria 1<\/strong>, reservada aos pa\u00edses com apenas viola\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas dos direitos dos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Argentina passou a integrar o grupo de pa\u00edses com as piores condi\u00e7\u00f5es para trabalhadores em 2026, segundo o \u00cdndice Global de Direitos, divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Sindical Internacional (CSI). 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