{"id":49659,"date":"2026-06-27T17:04:00","date_gmt":"2026-06-27T20:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=49659"},"modified":"2026-06-24T17:00:49","modified_gmt":"2026-06-24T20:00:49","slug":"corredor-mais-velho-do-brasil-tem-98-anos-e-ainda-participa-de-competicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/corredor-mais-velho-do-brasil-tem-98-anos-e-ainda-participa-de-competicoes\/","title":{"rendered":"Corredor mais velho do Brasil tem 98 anos e ainda participa de competi\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O japon\u00eas Seijun Maedo, considerado o corredor mais velho em atividade no Brasil, segue desafiando os limites da idade. Aos 98 anos atualmente, tinha 96 na \u00e9poca da competi\u00e7\u00e3o, em 2024, o atleta participou da Ta\u00e7a Brasil Master de Atletismo e protagonizou uma atua\u00e7\u00e3o impressionante ao competir, no mesmo dia, nas provas dos 5.000 metros, 400 metros e 1.500 metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na ocasi\u00e3o, Maedo foi o \u00fanico inscrito na categoria 95+ e encerrou a participa\u00e7\u00e3o com tr\u00eas medalhas de ouro, consolidando seu dom\u00ednio na disputa e chamando aten\u00e7\u00e3o pela resist\u00eancia f\u00edsica em provas de diferentes intensidades no mesmo evento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nascido em Okinawa, no Jap\u00e3o, em 13 de mar\u00e7o de 1928, Seijun Maedo vive no Brasil h\u00e1 66 anos. A entrada no esporte aconteceu apenas aos 40 anos, ap\u00f3s recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica para tratar problemas respirat\u00f3rios, incluindo bronquite asm\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O in\u00edcio tardio n\u00e3o impediu que o atleta constru\u00edsse uma longa trajet\u00f3ria nas pistas. Ele passou a treinar com regularidade e, ao longo dos anos, transformou a corrida em parte central de sua rotina. Atualmente, vive em S\u00e3o Paulo, fala pouco portugu\u00eas e utiliza diariamente transporte p\u00fablico para chegar ao Centro Ol\u00edmpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), na Vila Clementino, onde realiza seus treinos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do atletismo, Maedo mant\u00e9m h\u00e1bitos considerados essenciais para sua vitalidade, como alimenta\u00e7\u00e3o baseada em verduras e peixe. Fora das pistas, tamb\u00e9m se dedica a atividades como karaok\u00ea, dan\u00e7a e apresenta\u00e7\u00f5es culturais da comunidade japonesa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"467\" height=\"365\" src=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Capturar.png\" alt=\"idoso corrida esporte\" class=\"wp-image-49660\" style=\"width:547px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Capturar.png 467w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Capturar-300x234.png 300w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Capturar-150x117.png 150w\" sizes=\"(max-width: 467px) 100vw, 467px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Seijun no Campeonato Paulista de Atletismo Master em 2025 &#8211; Foto: (Reprodu\u00e7\u00e3o\/Instagram\/@seijunmaedo)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vida ativa, rotina disciplinada e paix\u00e3o pelo movimento<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com a idade avan\u00e7ada, o corredor mant\u00e9m uma rotina ativa e independente. Treina sozinho e participa de eventos esportivos com frequ\u00eancia. Em registros recentes, aparece em momentos diversos da vida pessoal, como celebra\u00e7\u00f5es familiares, apresenta\u00e7\u00f5es de odori, dan\u00e7a tradicional japonesa, e at\u00e9 em festas juninas, vestido de caipira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas redes sociais, o atleta tamb\u00e9m compartilha cenas com familiares, incluindo o contato pr\u00f3ximo com o tataraneto. Com apoio dos filhos, chegou inclusive a participar de uma pesquisa sobre o genoma humano conduzida pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), refor\u00e7ando sua liga\u00e7\u00e3o com iniciativas cient\u00edficas e de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Lo<strong>ngevidade ativa e envelhecimento saud\u00e1vel<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A trajet\u00f3ria de Seijun Maedo se insere em um contexto mais amplo de valoriza\u00e7\u00e3o do envelhecimento ativo. Especialistas destacam que a pr\u00e1tica regular de atividades f\u00edsicas na terceira idade contribui diretamente para a manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade cardiovascular, for\u00e7a muscular, equil\u00edbrio e mobilidade, al\u00e9m de atuar na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O exerc\u00edcio f\u00edsico tamb\u00e9m \u00e9 associado \u00e0 melhora da sa\u00fade mental, redu\u00e7\u00e3o de ansiedade e depress\u00e3o, al\u00e9m de est\u00edmulo cognitivo, ajudando na preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as neurodegenerativas. Outro fator importante \u00e9 o impacto social, j\u00e1 que a pr\u00e1tica esportiva favorece conviv\u00eancia, reduz isolamento e amplia o bem-estar emocional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O japon\u00eas Seijun Maedo, considerado o corredor mais velho em atividade no Brasil, segue desafiando os limites da idade. Aos 98 anos atualmente, tinha 96 na \u00e9poca da competi\u00e7\u00e3o, em 2024, o atleta participou da Ta\u00e7a Brasil Master de Atletismo e protagonizou uma atua\u00e7\u00e3o impressionante ao competir, no mesmo dia, nas provas dos 5.000 metros, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":49661,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-49659","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49659","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49659"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49659\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49662,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49659\/revisions\/49662"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49661"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}