{"id":53352,"date":"2026-07-28T11:30:17","date_gmt":"2026-07-28T14:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=53352"},"modified":"2026-07-28T11:30:20","modified_gmt":"2026-07-28T14:30:20","slug":"brasileiros-recebem-noticia-preocupante-sobre-conta-basica-que-vai-custar-meio-salario-minimo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/brasileiros-recebem-noticia-preocupante-sobre-conta-basica-que-vai-custar-meio-salario-minimo\/","title":{"rendered":"Brasileiros recebem not\u00edcia preocupante sobre conta b\u00e1sica que vai custar meio sal\u00e1rio m\u00ednimo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O aumento no pre\u00e7o dos alimentos voltou a pressionar o or\u00e7amento das fam\u00edlias brasileiras. Levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) mostram que o custo m\u00e9dio da cesta b\u00e1sica nas capitais brasileiras chegou a R$ 779,95 em junho, acumulando alta de 8,69% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Com isso, o conjunto de produtos essenciais j\u00e1 compromete, em m\u00e9dia, 52,02% do sal\u00e1rio m\u00ednimo l\u00edquido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na pr\u00e1tica, um trabalhador que recebe o piso nacional precisa dedicar 105 horas e 51 minutos de sua jornada mensal apenas para adquirir os alimentos considerados b\u00e1sicos, evidenciando o impacto da infla\u00e7\u00e3o sobre o poder de compra da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo os dados, o avan\u00e7o dos pre\u00e7os acompanha a infla\u00e7\u00e3o registrada pelo grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumula alta de 3,82% nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O encarecimento da cesta b\u00e1sica reduz a renda dispon\u00edvel para outras despesas essenciais, como moradia, transporte, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, tornando mais dif\u00edcil o equil\u00edbrio financeiro das fam\u00edlias, especialmente entre aquelas que dependem do sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda conforme o levantamento, caso fosse considerado o custo necess\u00e1rio para atender \u00e0s despesas b\u00e1sicas de uma fam\u00edlia de quatro pessoas, o sal\u00e1rio m\u00ednimo deveria alcan\u00e7ar R$ 8.110,92. O valor representa aproximadamente cinco vezes o piso nacional atual, fixado em R$ 1.621, e tamb\u00e9m supera em cerca de R$ 4,4 mil o rendimento m\u00e9dio do trabalhador brasileiro, estimado em R$ 3.726 pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), do IBGE.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"440\" src=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Agencia_Brasil_a1841bfb11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-53353\" srcset=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Agencia_Brasil_a1841bfb11.jpg 640w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Agencia_Brasil_a1841bfb11-300x206.jpg 300w, https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Agencia_Brasil_a1841bfb11-150x103.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: (Reprodu\u00e7\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>S\u00e3o Paulo tem a cesta mais cara do pa\u00eds<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as capitais, S\u00e3o Paulo registrou o maior custo da cesta b\u00e1sica em junho. O conjunto de alimentos chegou a R$ 965,47, ap\u00f3s alta de 9,37% em 12 meses. Na capital paulista, um trabalhador precisa dedicar 131 horas e 2 minutos de trabalho para adquirir os produtos, comprometendo cerca de 64,39% do sal\u00e1rio m\u00ednimo l\u00edquido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora tenha o maior valor absoluto, S\u00e3o Paulo n\u00e3o liderou a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos. Esse posto ficou com Cuiab\u00e1, onde a cesta b\u00e1sica subiu 14,71% em um ano, alcan\u00e7ando R$ 937,93.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na outra ponta do levantamento, Aracaju apresentou a cesta b\u00e1sica mais barata do pa\u00eds, com custo m\u00e9dio de R$ 630,40, apesar de registrar alta anual de 13,12%. J\u00e1 S\u00e3o Lu\u00eds foi a \u00fanica capital brasileira a apresentar redu\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o da cesta em 12 meses, com queda de 0,09%, encerrando junho com custo m\u00e9dio de R$ 654,73.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Maioria das capitais registrou aumento em junho<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na compara\u00e7\u00e3o entre maio e junho, os pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica aumentaram em 17 das 27 capitais pesquisadas e recuaram em dez cidades, sete delas localizadas na Regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As maiores altas mensais foram registradas em Boa Vista (3,28%), Palmas (3,01%), Rio Branco (2,2%) e Porto Alegre (2,18%), refor\u00e7ando a tend\u00eancia de press\u00e3o sobre os pre\u00e7os dos alimentos e seus reflexos no custo de vida dos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aumento no pre\u00e7o dos alimentos voltou a pressionar o or\u00e7amento das fam\u00edlias brasileiras. 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