{"id":54549,"date":"2026-08-07T12:47:12","date_gmt":"2026-08-07T15:47:12","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=54549"},"modified":"2026-08-07T12:47:15","modified_gmt":"2026-08-07T15:47:15","slug":"ainda-crianca-ele-trabalhou-na-roca-com-o-pai-e-virou-empacotador-de-supermercado-decadas-depois-criou-uma-das-maiores-redes-de-idiomas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/ainda-crianca-ele-trabalhou-na-roca-com-o-pai-e-virou-empacotador-de-supermercado-decadas-depois-criou-uma-das-maiores-redes-de-idiomas-do-brasil\/","title":{"rendered":"Ainda crian\u00e7a, ele trabalhou na ro\u00e7a com o pai e virou empacotador de supermercado; d\u00e9cadas depois, criou uma das maiores redes de idiomas do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em entrevista concedida \u00e0 reportagem da<strong> Isto\u00c9 Sua Hist\u00f3ria,<\/strong> <strong>Reginaldo Boeira, <\/strong>criador de uma metodologia para ensinar brasileiros a falarem ingl\u00eas, compartilhou sua trajet\u00f3ria desde a inf\u00e2ncia humilde em Monte Belo, Minas Gerais. Um dos onze irm\u00e3os de uma fam\u00edlia simples, ele ouviu o idioma pela primeira vez aos sete anos, em um radinho \u00e0 pilha, sem saber que aquela l\u00edngua r\u00e1pida era o ingl\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rotina, segundo ele, era pesada: <strong>escola <\/strong>pela manh\u00e3 e \u00e0 tarde, e <strong>ro\u00e7a <\/strong>com o pai \u00e0 noite. Foi a m\u00e3e, contou \u00e0 Isto\u00c9 Sua Hist\u00f3ria, quem o fez continuar estudando, mesmo que precisasse andar mais de tr\u00eas horas por dia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Primeiros passos no empreendedorismo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 12 anos, a fam\u00edlia mudou-se para Limeira, interior paulista. L\u00e1, Reginaldo conseguiu um emprego como empacotador em um supermercado, onde ganhava apenas gorjetas, mas tamb\u00e9m deu os primeiros passos no <strong>empreendedorismo<\/strong>. Matriculado em escolas de idiomas por 15 anos, viajou aos Estados Unidos e, conforme revelou \u00e0 Isto\u00c9 Sua Hist\u00f3ria, descobriu frustrado que n\u00e3o compreendia o ingl\u00eas dos nativos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De volta ao Brasil, ouviu um an\u00fancio no r\u00e1dio que dizia que quem dominasse o idioma teria sucesso. Abriu uma pequena escola, mas, em suas palavras, o neg\u00f3cio n\u00e3o evoluiu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em busca de respostas, viajou por oito meses. Foi em Zurique, na Su\u00ed\u00e7a, que uma senhora romena, segundo ele contou \u00e0 Isto\u00c9 Sua Hist\u00f3ria, lhe deu a chave: ela s\u00f3 aprendeu ingl\u00eas quando encontrou uma metodologia voltada para romenos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sparkle<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De volta ao Brasil, criou a <strong>Sparkle<\/strong>, que se expandiu para cinco unidades. Em 2012, a escola tornou-se <strong>KNN<\/strong>. O modelo de franquias, explicou \u00e0 reportagem, levou a marca a mais de 500 escolas, 14 mil colaboradores e 200 mil alunos formados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes do sucesso, Reginaldo acumulou tr\u00eas fal\u00eancias em neg\u00f3cios como doces, a\u00e7ougues e inform\u00e1tica, como ele mesmo descreveu \u00e0 Isto\u00c9 Sua Hist\u00f3ria. Hoje, presidente do KNN Group, planeja internacionalizar a marca com unidades nos Estados Unidos, Col\u00f4mbia e Portugal.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje, planeja internacionalizar marca com unidades nos Estados Unidos, Col\u00f4mbia e Portugal.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":54550,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-54549","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54549"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54551,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54549\/revisions\/54551"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}