{"id":54915,"date":"2026-08-12T03:12:00","date_gmt":"2026-08-12T06:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=54915"},"modified":"2026-08-11T21:13:33","modified_gmt":"2026-08-12T00:13:33","slug":"ela-trabalha-como-fantasma-e-fatura-aproximadamente-r-560-mil-por-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/ela-trabalha-como-fantasma-e-fatura-aproximadamente-r-560-mil-por-ano\/","title":{"rendered":"Ela trabalha como \u201cfantasma\u201d e fatura aproximadamente R$ 560 mil por ano"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que come\u00e7ou como uma observa\u00e7\u00e3o sobre perfis vazios no <strong>LinkedIn <\/strong>se transformou em um neg\u00f3cio paralelo que fatura entre 9 mil e 12 mil d\u00f3lares por m\u00eas para<strong> Brandi Dunham<\/strong>. A estrategista de marketing de 34 anos, que mant\u00e9m um emprego fixo em tempo integral, descobriu que muitos executivos inteligentes e bem-sucedidos simplesmente n\u00e3o tinham tempo ou interesse em escrever posts na rede social. Foi a\u00ed que ela viu uma oportunidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pontap\u00e9 inicial aconteceu em 2022, quando uma executiva perguntou se Dunham poderia ajud\u00e1-la com algumas postagens. O trabalho, feito por 300 d\u00f3lares, gerou tr\u00eas propostas comerciais para a cliente, o que comprovou o valor do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir da\u00ed, a <strong>ghostwriter <\/strong>investiu apenas 45 d\u00f3lares em ferramentas como LinkedIn Premium Career e Canva Pro para criar um portf\u00f3lio b\u00e1sico e come\u00e7ou a abordar executivos de setores como imobili\u00e1rio e marketing. Das 20 mensagens enviadas, duas viraram clientes pagantes nas duas primeiras semanas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Trabalho vai muito al\u00e9m da escrita<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A empreendedora ressalta que o trabalho vai muito al\u00e9m da escrita. Segundo ela, \u00e9 preciso mergulhar na identidade profissional do cliente a ponto de pensar e se comunicar como ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desafio seria entender a personalidade de cada um, e a escrita acaba sendo a parte mais f\u00e1cil. Ela cita o caso de um cliente que rejeitava rascunhos sem conseguir explicar o motivo, at\u00e9 que ela descobriu que ele preferia frases curtas e detestava linguagem corporativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O neg\u00f3cio demorou cerca de cinco meses para se tornar previs\u00edvel. No in\u00edcio, o faturamento era inst\u00e1vel, mas a partir do quinto m\u00eas j\u00e1 havia contratos recorrentes. Com seis clientes atuais, a receita anual como ghostwriter gira entre 110 mil e 120 mil d\u00f3lares (560 mil a 610 mil reais), al\u00e9m do sal\u00e1rio fixo do emprego principal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O neg\u00f3cio demorou cerca de cinco meses para se tornar previs\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":54917,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-54915","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54915"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54915\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54920,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54915\/revisions\/54920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54917"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}