{"id":57396,"date":"2026-09-06T10:41:00","date_gmt":"2026-09-06T13:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=57396"},"modified":"2026-09-01T06:25:10","modified_gmt":"2026-09-01T09:25:10","slug":"golpes-que-utilizam-mensagens-e-ligacoes-atingem-45-milhoes-de-brasileiros-e-novo-alerta-e-feito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/golpes-que-utilizam-mensagens-e-ligacoes-atingem-45-milhoes-de-brasileiros-e-novo-alerta-e-feito\/","title":{"rendered":"Golpes que utilizam mensagens e liga\u00e7\u00f5es atingem 45 milh\u00f5es de brasileiros e novo alerta \u00e9 feito"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova pesquisa apresentada nesta segunda-feira (31) mostrou que 32% dos usu\u00e1rios de internet do Brasil, cerca de <strong>45 milh\u00f5es<\/strong>, j\u00e1 sofreram tentativas de golpe envolvendo seus dados pessoais. O cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais preocupante porque <strong>20% afirmaram ter sido efetivamente v\u00edtimas<\/strong> desse tipo de crime. Os n\u00fameros fazem parte da terceira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa <em>Privacidade e prote\u00e7\u00e3o de dados pessoais: perspectivas de indiv\u00edduos, empresas e organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas no Brasil<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento foi produzido pelo <strong>Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br)<\/strong>, \u00e1rea do N\u00facleo de Informa\u00e7\u00e3o e Coordena\u00e7\u00e3o do Ponto BR (NIC.br), vinculado ao Comit\u00ea Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A pesquisa busca acompanhar a rela\u00e7\u00e3o dos brasileiros com a privacidade, os riscos percebidos e as pr\u00e1ticas adotadas diante do uso de informa\u00e7\u00f5es pessoais no ambiente digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizado em dezembro de 2025, o estudo ouviu <strong>2,5 mil pessoas<\/strong> em entrevistas online, utilizando a metodologia CAWI, com abrang\u00eancia nacional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Golpes deixam consequ\u00eancias al\u00e9m do preju\u00edzo financeiro<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os impactos relatados pelas v\u00edtimas mostram que as consequ\u00eancias n\u00e3o se limitam \u00e0 perda de dinheiro. Entre os entrevistados que sofreram golpes, <strong>58% disseram ter enfrentado mal-estar ou estresse emocional<\/strong>. Outros 42% relataram d\u00edvidas contra\u00eddas por terceiros e a mesma propor\u00e7\u00e3o afirmou ter tido informa\u00e7\u00f5es financeiras roubadas, como n\u00fameros de cart\u00f5es de cr\u00e9dito ou senhas banc\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa tamb\u00e9m identificou diferen\u00e7as relacionadas ao dispositivo utilizado para acessar a internet. Usu\u00e1rios que navegam <strong>exclusivamente pelo celular<\/strong> apresentaram maior exposi\u00e7\u00e3o a tentativas envolvendo sites ou aplicativos falsos: 80%, contra 68% entre aqueles que alternam entre smartphone e computador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao se apresentarem como funcion\u00e1rios de bancos, empresas ou prestadores de servi\u00e7os, os golpistas tentam obter novas informa\u00e7\u00f5es sob o pretexto de confirmar cadastros ou liberar algum benef\u00edcio. Em situa\u00e7\u00f5es como o falso sequestro, eles podem inclusive conhecer nomes e informa\u00e7\u00f5es de familiares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por tr\u00e1s dessas abordagens est\u00e1 a chamada <strong>engenharia social<\/strong>, estrat\u00e9gia baseada na manipula\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica. O criminoso procura criar uma sensa\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a ou provocar medo e urg\u00eancia para fazer com que a pr\u00f3pria v\u00edtima entregue informa\u00e7\u00f5es que normalmente protegeria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Falso atendente pode roubar dados banc\u00e1rios<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro m\u00e9todo frequente come\u00e7a com uma liga\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m que se passa por funcion\u00e1rio de uma institui\u00e7\u00e3o que a v\u00edtima realmente utiliza. O criminoso pode confirmar algumas informa\u00e7\u00f5es verdadeiras, obtidas em redes sociais ou em vazamentos de dados, para transmitir credibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir da\u00ed, s\u00e3o oferecidos supostos benef\u00edcios, servi\u00e7os ou atualiza\u00e7\u00f5es cadastrais. O objetivo \u00e9 levar a v\u00edtima a fornecer <strong>dados banc\u00e1rios, n\u00fameros de cart\u00e3o e at\u00e9 senhas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em algumas situa\u00e7\u00f5es, a abordagem tamb\u00e9m busca assumir o controle da conta do WhatsApp. Para isso, o falso atendente pode solicitar um c\u00f3digo recebido por SMS. Ao fornecer a sequ\u00eancia, a v\u00edtima permite que o criminoso tente ativar sua conta em outro aparelho e posteriormente utilize o aplicativo para pedir dinheiro aos contatos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 ainda golpes destinados exclusivamente \u00e0 coleta de dados pessoais. Informa\u00e7\u00f5es como endere\u00e7o, documentos, data de nascimento, nomes dos pais e outros dados cadastrais podem posteriormente ser utilizados para <strong>abrir contas, contratar empr\u00e9stimos ou solicitar financiamentos<\/strong> em nome da v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como evitar cair nas armadilhas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Especialistas recomendam desconfiar de qualquer contato que envolva <strong>urg\u00eancia, press\u00e3o ou solicita\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es confidenciais<\/strong>. O nome da institui\u00e7\u00e3o que aparece no identificador de chamadas tamb\u00e9m n\u00e3o deve ser considerado uma garantia de autenticidade, j\u00e1 que criminosos podem falsificar essa identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma alternativa \u00e9 pedir que o interlocutor retorne a liga\u00e7\u00e3o posteriormente. Nesse intervalo, o consumidor pode procurar diretamente a institui\u00e7\u00e3o ou conversar com familiares para verificar a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m \u00e9 fundamental <strong>nunca utilizar n\u00fameros fornecidos durante uma liga\u00e7\u00e3o suspeita<\/strong>. Para falar com bancos e empresas, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 procurar os canais oficiais disponibilizados pela pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Senhas e c\u00f3digos de confirma\u00e7\u00e3o jamais devem ser informados por telefone. Institui\u00e7\u00f5es financeiras n\u00e3o precisam dessas informa\u00e7\u00f5es confidenciais para realizar atendimentos leg\u00edtimos, e qualquer solicita\u00e7\u00e3o nesse sentido deve ser tratada como um forte sinal de alerta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova pesquisa apresentada nesta segunda-feira (31) mostrou que 32% dos usu\u00e1rios de internet do Brasil, cerca de 45 milh\u00f5es, j\u00e1 sofreram tentativas de golpe envolvendo seus dados pessoais. O cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais preocupante porque 20% afirmaram ter sido efetivamente v\u00edtimas desse tipo de crime. Os n\u00fameros fazem parte da terceira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":21455,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-57396","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57396"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57965,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57396\/revisions\/57965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}