{"id":57827,"date":"2026-09-04T18:46:00","date_gmt":"2026-09-04T21:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=57827"},"modified":"2026-09-04T06:40:38","modified_gmt":"2026-09-04T09:40:38","slug":"92-dos-brasileiros-passaram-por-este-problema-no-ultimo-ano-e-muitos-nao-procuraram-um-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/92-dos-brasileiros-passaram-por-este-problema-no-ultimo-ano-e-muitos-nao-procuraram-um-medico\/","title":{"rendered":"92% dos brasileiros passaram por este problema no \u00faltimo ano e muitos n\u00e3o procuraram um m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sintomas respirat\u00f3rios fizeram parte da rotina de 92% dos brasileiros nos \u00faltimos 12 meses, segundo uma pesquisa in\u00e9dita realizada pelo Datafolha em parceria com a farmac\u00eautica GSK. O levantamento revela, por\u00e9m, que a alta frequ\u00eancia desses sinais pode estar contribuindo para a sua normaliza\u00e7\u00e3o: 62% dos entrevistados acreditam que tosse ou falta de ar s\u00f3 precisam ser avaliadas por um m\u00e9dico quando come\u00e7am a prejudicar atividades do cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados foram divulgados na \u00faltima ter\u00e7a-feira (25) e chamam aten\u00e7\u00e3o para o comportamento da popula\u00e7\u00e3o diante de problemas respirat\u00f3rios, especialmente aqueles que podem estar associados a doen\u00e7as cr\u00f4nicas. A pesquisa aponta que uma parcela significativa dos brasileiros encara determinados sintomas como consequ\u00eancias naturais do envelhecimento ou do hist\u00f3rico de tabagismo, o que pode atrasar a busca por atendimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os participantes, 92% concordaram que pessoas que fumaram durante muitos anos ter\u00e3o problemas respirat\u00f3rios. Ao mesmo tempo, 57% consideram normal apresentar falta de ar conforme o avan\u00e7o da idade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tosse frequente tamb\u00e9m aparece entre os sintomas relativizados. Outros 57% dos entrevistados afirmaram considerar esse sinal um efeito normal do tabagismo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora fatores como idade e hist\u00f3rico de consumo de tabaco possam estar relacionados a altera\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias, a pesquisa chama aten\u00e7\u00e3o para o risco de transformar sintomas persistentes em algo considerado inevit\u00e1vel. A percep\u00e7\u00e3o pode fazer com que sinais importantes sejam ignorados at\u00e9 que interfiram de maneira significativa na rotina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos problemas relacionados ao tabagismo \u00e9 a Doen\u00e7a Pulmonar Obstrutiva Cr\u00f4nica (DPOC), condi\u00e7\u00e3o que afeta principalmente os pulm\u00f5es e dificulta a respira\u00e7\u00e3o. O consumo de cigarros e outros produtos derivados do tabaco est\u00e1 entre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pesquisa ouviu mais de 2 mil brasileiros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento foi dividido em dois m\u00f3dulos independentes. A primeira etapa teve car\u00e1ter quantitativo e contou com 2.004 entrevistas representativas da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a segunda parte investigou especificamente a jornada de cuidados de pessoas com doen\u00e7as respirat\u00f3rias cr\u00f4nicas. Foram entrevistados 213 pacientes diagnosticados com asma, DPOC ou rinossinusite cr\u00f4nica com p\u00f3lipos nasais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa etapa foi realizada nas capitais S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, buscando compreender como pacientes que convivem com essas condi\u00e7\u00f5es percebem os sintomas e percorrem o caminho at\u00e9 o diagn\u00f3stico e o tratamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Doen\u00e7as respirat\u00f3rias avan\u00e7am em 2026<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O alerta ganha ainda mais import\u00e2ncia diante do cen\u00e1rio registrado no Brasil nos primeiros meses de 2026. Dados do Instituto Todos Pela Sa\u00fade apontaram que os casos de s\u00edndrome respirat\u00f3ria aguda grave (SRAG) quase dobraram em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante do aumento, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade antecipou a campanha nacional de vacina\u00e7\u00e3o e refor\u00e7ou a necessidade de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s complica\u00e7\u00f5es provocadas por doen\u00e7as respirat\u00f3rias. O cuidado \u00e9 especialmente importante para idosos, crian\u00e7as e pessoas com comorbidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas tamb\u00e9m podem favorecer a circula\u00e7\u00e3o de algumas infec\u00e7\u00f5es. Durante per\u00edodos mais frios e secos, aumentam os desafios para o sistema respirat\u00f3rio, al\u00e9m da maior circula\u00e7\u00e3o de v\u00edrus respons\u00e1veis por doen\u00e7as das vias a\u00e9reas superiores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados mostram que a presen\u00e7a de tosse, falta de ar e outros sinais respirat\u00f3rios n\u00e3o deve ser automaticamente atribu\u00edda ao envelhecimento ou ao passado de tabagismo. A persist\u00eancia ou a piora desses sintomas merece avalia\u00e7\u00e3o profissional, principalmente quando come\u00e7a a afetar a rotina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sintomas respirat\u00f3rios fizeram parte da rotina de 92% dos brasileiros nos \u00faltimos 12 meses, segundo uma pesquisa in\u00e9dita realizada pelo Datafolha em parceria com a farmac\u00eautica GSK. O levantamento revela, por\u00e9m, que a alta frequ\u00eancia desses sinais pode estar contribuindo para a sua normaliza\u00e7\u00e3o: 62% dos entrevistados acreditam que tosse ou falta de ar s\u00f3 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":54129,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-57827","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57827","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57827"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57827\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57828,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57827\/revisions\/57828"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54129"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57827"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57827"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57827"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}