{"id":58981,"date":"2026-09-17T05:34:00","date_gmt":"2026-09-17T08:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=58981"},"modified":"2026-09-16T17:39:43","modified_gmt":"2026-09-16T20:39:43","slug":"pai-morre-mae-desenvolve-alzheimer-e-documento-guardado-desde-1977-ajuda-mulher-a-provar-que-sempre-foi-tratada-como-filha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/pai-morre-mae-desenvolve-alzheimer-e-documento-guardado-desde-1977-ajuda-mulher-a-provar-que-sempre-foi-tratada-como-filha\/","title":{"rendered":"Pai morre, m\u00e3e desenvolve Alzheimer e documento guardado desde 1977 ajuda mulher a provar que sempre foi tratada como filha"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma mulher de <strong>S\u00e3o Bento do Sul,<\/strong> no Norte de <strong>Santa Catarina,<\/strong> conseguiu na Justi\u00e7a o reconhecimento da <strong>paternidade<\/strong> e <strong>maternidade socioafetivas<\/strong> ap\u00f3s quase cinco d\u00e9cadas de conviv\u00eancia com a fam\u00edlia que a criou. O caso, que tramita em segredo de justi\u00e7a, foi analisado pela 2\u00aa Vara C\u00edvel da comarca. O principal obst\u00e1culo era o fato de o pai socioafetivo j\u00e1 ter falecido e a m\u00e3e, acometida pela doen\u00e7a de Alzheimer, n\u00e3o poder testemunhar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A prova decisiva foi um <strong>termo de guarda e responsabilidade<\/strong> assinado pelo casal em <strong>1977<\/strong>. O documento, guardado por quase 50 anos, demonstrou que o acolhimento da mulher n\u00e3o era tempor\u00e1rio, mas o in\u00edcio de uma vida dedicada \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da filha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao documento se somaram outros elementos, como a certid\u00e3o de \u00f3bito do pai, na qual ele registrou a mulher como sua filha, e declara\u00e7\u00f5es assinadas por tr\u00eas filhas biol\u00f3gicas do casal, confirmando que a autora sempre foi <strong>tratada como irm\u00e3 leg\u00edtima.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m foram anexados ao processo fotos e comprovantes que reconstru\u00edram a rotina familiar ao longo das d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Filia\u00e7\u00e3o pode ser reconhecida mesmo ap\u00f3s a morte dos pais<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O magistrado destacou que a filia\u00e7\u00e3o socioafetiva pode ser reconhecida mesmo ap\u00f3s a morte dos pais. O ponto central da decis\u00e3o foi a comprova\u00e7\u00e3o de que o amor e a responsabilidade de pais e filhos existiram publicamente durante toda a vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o conjunto de provas aceito, a Justi\u00e7a determinou a inclus\u00e3o oficial dos nomes do pai e da m\u00e3e no registro da mulher, garantindo a ela todos os direitos patrimoniais e jur\u00eddicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma mulher conseguiu na Justi\u00e7a o reconhecimento da paternidade e maternidade socioafetivas.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":51583,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-58981","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58981","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58981"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58981\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58984,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58981\/revisions\/58984"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58981"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58981"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58981"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}