{"id":5983,"date":"2025-04-25T14:58:48","date_gmt":"2025-04-25T17:58:48","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=5983"},"modified":"2025-04-25T14:58:50","modified_gmt":"2025-04-25T17:58:50","slug":"saiba-o-que-fazer-em-5-passos-caso-encontre-uma-onca-pintada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/saiba-o-que-fazer-em-5-passos-caso-encontre-uma-onca-pintada\/","title":{"rendered":"Saiba o que fazer em 5 passos caso encontre uma on\u00e7a pintada"},"content":{"rendered":"\n<p>A recente morte de Jorge \u00c1valos, de 60 anos, atacado por uma on\u00e7a-pintada em uma propriedade rural no Mato Grosso do Sul, reacendeu o debate sobre seguran\u00e7a em \u00e1reas onde esses felinos circulam. Embora ataques a humanos sejam rar\u00edssimos, segundo especialistas, o Instituto Homem Pantaneiro (IHP) listou cinco passos fundamentais para quem se deparar com uma on\u00e7a na natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>As orienta\u00e7\u00f5es n\u00e3o visam causar alarde, mas sim informar. A on\u00e7a-pintada, maior felino das Am\u00e9ricas, tem papel essencial nos ecossistemas e, em geral, evita o contato com humanos. Ainda assim, saber como agir pode evitar situa\u00e7\u00f5es perigosas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"SAIBA O QUE FAZER AO SE DEPARAR COM UMA ON\u00c7A\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mTYTvtGwSIc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Orienta\u00e7\u00f5es de o que fazer quando ver uma on\u00e7a-pintada (V\u00eddeo: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Youtube\/Amazon Sat)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. Evite a aproxima\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O primeiro e mais importante passo \u00e9 manter dist\u00e2ncia. Se voc\u00ea avistar uma on\u00e7a, n\u00e3o tente se aproximar para observar ou registrar imagens. Afaste-se lentamente e permane\u00e7a calmo. Quanto maior a dist\u00e2ncia, menores os riscos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. Nunca corra<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Caso esteja frente a frente com a on\u00e7a, jamais corra ou vire as costas. Esse comportamento instintivo remete ao de uma presa e pode provocar o instinto de ataque no animal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Mantenha o olhar e recue devagar<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O ideal \u00e9 manter o contato visual com o animal e se afastar lentamente, andando para tr\u00e1s, sem fazer movimentos bruscos. A calma \u00e9 essencial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Aten\u00e7\u00e3o ao comportamento da on\u00e7a<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>On\u00e7as com filhotes ou em per\u00edodo de acasalamento costumam estar mais defensivas. Por isso, qualquer sinal de tens\u00e3o por parte do animal deve ser levado a s\u00e9rio. Nessas situa\u00e7\u00f5es, a prioridade deve ser sair do campo de vis\u00e3o da on\u00e7a com o m\u00e1ximo de cautela poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>5. Espere antes de seguir caminho<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo ap\u00f3s a on\u00e7a deixar o campo de vis\u00e3o, n\u00e3o retome imediatamente o trajeto. Espere alguns minutos antes de continuar, garantindo que o animal n\u00e3o esteja por perto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>On\u00e7as e humanos: conviv\u00eancia poss\u00edvel<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o bi\u00f3logo Gustavo Figueiroa, da SOS Pantanal, as on\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o naturalmente amea\u00e7adoras para os humanos. \u201cElas evitam o contato com as pessoas, a n\u00e3o ser quando h\u00e1 provoca\u00e7\u00f5es ou interfer\u00eancia humana\u201d, explica. Ele destaca ainda que o turismo de observa\u00e7\u00e3o de on\u00e7as, comum em \u00e1reas do Pantanal e da Amaz\u00f4nia, \u00e9 seguro quando feito com acompanhamento especializado.<\/p>\n\n\n\n<p>Com mais de 50% da popula\u00e7\u00e3o mundial de on\u00e7as-pintadas vivendo no Brasil \u2014 em biomas como Amaz\u00f4nia, Cerrado, Mata Atl\u00e2ntica e Caatinga \u2014, o conv\u00edvio consciente \u00e9 fundamental para proteger tanto os humanos quanto a esp\u00e9cie.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A recente morte de Jorge \u00c1valos, de 60 anos, atacado por uma on\u00e7a-pintada em uma propriedade rural no Mato Grosso do Sul, reacendeu o debate sobre seguran\u00e7a em \u00e1reas onde esses felinos circulam. 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