{"id":61503,"date":"2026-09-24T14:45:00","date_gmt":"2026-09-24T17:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=61503"},"modified":"2026-09-24T14:42:44","modified_gmt":"2026-09-24T17:42:44","slug":"depois-da-separacao-mulher-chegou-a-trabalhar-das-7h-a-1h-e-dormir-em-colchao-no-chao-para-sustentar-a-filha-30-anos-depois-mantem-salao-cheio-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/depois-da-separacao-mulher-chegou-a-trabalhar-das-7h-a-1h-e-dormir-em-colchao-no-chao-para-sustentar-a-filha-30-anos-depois-mantem-salao-cheio-no-brasil\/","title":{"rendered":"Depois da separa\u00e7\u00e3o, mulher chegou a trabalhar das 7h \u00e0 1h e dormir em colch\u00e3o no ch\u00e3o para sustentar a filha; 30 anos depois, mant\u00e9m sal\u00e3o cheio no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 62 anos, <strong>Salete Foschiera<\/strong> trabalha de segunda a s\u00e1bado em seu sal\u00e3o de beleza, que hoje recebe clientes de diferentes cidades. A hist\u00f3ria do neg\u00f3cio come\u00e7ou de forma bem diferente, quando uma \u00fanica sala em Quilombo, no Oeste de Santa Catarina, servia ao mesmo tempo como sal\u00e3o e moradia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas, Salete tinha poucos recursos e precisava sustentar a filha, Nayara. Encontrou no trabalho como cabeleireira a principal forma de garantir a renda da fam\u00edlia. O que come\u00e7ou de maneira improvisada se transformou em um neg\u00f3cio com mais de 200 clientes, conforme o <strong>ND Mais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00e3o com a beleza&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rela\u00e7\u00e3o com a beleza come\u00e7ou na adolesc\u00eancia, quando fazia as unhas das vizinhas da m\u00e3e. Antes de abrir o pr\u00f3prio sal\u00e3o, foi balconista em uma loja de roupas, \u00fanico emprego com carteira assinada que teve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois, vendeu produtos de limpeza de porta em porta e conciliou a venda de enxoval com o trabalho como manicure. Ao ND Mais, lembrou que, no primeiro m\u00eas como vendedora de enxoval, vendeu 85 cobertores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi como manicure que percebeu que poderia transformar a afinidade com a beleza em profiss\u00e3o. Buscou qualifica\u00e7\u00e3o no Senac, em Chapec\u00f3. As aulas eram \u00e0 noite e, antes de concluir a forma\u00e7\u00e3o, alugou uma sala e abriu o pr\u00f3prio sal\u00e3o. Conforme contou ao ND Mais, tinha medo de cortar cabelo e o primeiro grande desafio foi uma aula pr\u00e1tica, quando cortou o cabelo da diretora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As primeiras clientes vieram das rela\u00e7\u00f5es constru\u00eddas como manicure. Aos poucos, Salete ampliou os servi\u00e7os. Rec\u00e9m-separada e com uma filha para criar, passou a depender exclusivamente da renda do sal\u00e3o. Em depoimento ao ND Mais, contou que trabalhava das 7h at\u00e9 1h da manh\u00e3, direto. Segundo disse ao ND Mais, passou dois anos e meio trabalhando 18 horas por dia, inclusive domingos e feriados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas, mulher tinha poucos recursos e precisava sustentar a filha.<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":61504,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-61503","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61503","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61503"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61503\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61505,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61503\/revisions\/61505"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61504"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61503"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61503"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61503"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}