{"id":9250,"date":"2025-06-05T18:15:32","date_gmt":"2025-06-05T21:15:32","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=9250"},"modified":"2025-06-05T18:15:35","modified_gmt":"2025-06-05T21:15:35","slug":"agora-sera-possivel-pegar-o-dinheiro-de-volta-apos-realizar-um-pix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/agora-sera-possivel-pegar-o-dinheiro-de-volta-apos-realizar-um-pix\/","title":{"rendered":"Agora ser\u00e1 poss\u00edvel pegar o dinheiro de volta ap\u00f3s realizar um Pix"},"content":{"rendered":"\n<p>O Banco Central anunciou, nesta quarta-feira (4), durante o evento Conex\u00e3o Pix em S\u00e3o Paulo, a cria\u00e7\u00e3o da nova vers\u00e3o do Mecanismo Especial de Devolu\u00e7\u00e3o (MED), ferramenta usada para reaver valores transferidos via Pix em casos de fraude. A novidade, chamada de MED 2.0, ser\u00e1 opcional para os bancos a partir de dezembro de 2025 e obrigat\u00f3ria a partir de fevereiro de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>A grande inova\u00e7\u00e3o do MED 2.0 est\u00e1 na possibilidade de rastrear, congelar e devolver valores mesmo ap\u00f3s m\u00faltiplas transfer\u00eancias. Hoje, o MED s\u00f3 bloqueia os valores que ainda estiverem na conta de destino. Como os golpistas costumam repassar rapidamente os recursos para outras contas, apenas 7% dos valores s\u00e3o recuperados. Com a nova vers\u00e3o, esse n\u00famero deve subir expressivamente.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u201cO MED 2.0 permitir\u00e1 congelar recursos em camadas mais profundas da cadeia de transfer\u00eancias, aumentando as chances de reembolso para quem foi lesado\u201d, explicou Renato Gomes, diretor de Organiza\u00e7\u00e3o do Sistema Financeiro do BC.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Seguran\u00e7a e evolu\u00e7\u00e3o do sistema<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O presidente do Banco Central, Gabriel Gal\u00edpolo, ressaltou que essas atualiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o parte de um plano maior de evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do Pix, cujo foco \u00e9 ampliar a inclus\u00e3o financeira, garantir mais seguran\u00e7a e fomentar inova\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ado em 2020, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do Brasil. Em 2024, ele foi respons\u00e1vel por 47% das transa\u00e7\u00f5es financeiras no pa\u00eds (excluindo opera\u00e7\u00f5es em dinheiro vivo), e j\u00e1 ultrapassa 854 milh\u00f5es de chaves cadastradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o cliente que identifica uma transa\u00e7\u00e3o via Pix feita por fraude pode acionar o MED diretamente com o banco. O sistema verifica se o valor ainda est\u00e1 dispon\u00edvel na conta de destino e, se sim, bloqueia os recursos para devolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o MED 2.0, ser\u00e1 poss\u00edvel alcan\u00e7ar at\u00e9 mesmo contas intermedi\u00e1rias, que tenham recebido parte do valor, elevando significativamente o \u00edndice de recupera\u00e7\u00e3o de valores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Banco Central anunciou, nesta quarta-feira (4), durante o evento Conex\u00e3o Pix em S\u00e3o Paulo, a cria\u00e7\u00e3o da nova vers\u00e3o do Mecanismo Especial de Devolu\u00e7\u00e3o (MED), ferramenta usada para reaver valores transferidos via Pix em casos de fraude. 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