{"id":9673,"date":"2025-06-11T07:51:30","date_gmt":"2025-06-11T10:51:30","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=9673"},"modified":"2025-06-11T07:59:59","modified_gmt":"2025-06-11T10:59:59","slug":"nao-consegue-levantar-5-kg-isso-pode-sinalizar-doencas-graves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/nao-consegue-levantar-5-kg-isso-pode-sinalizar-doencas-graves\/","title":{"rendered":"N\u00e3o consegue levantar 5\u202fkg? Isso pode sinalizar doen\u00e7as graves"},"content":{"rendered":"\n<p>Parece inofensivo, mas n\u00e3o conseguir levantar um objeto de 5 quilos \u2014 como uma sacola de compras, um saco de a\u00e7\u00facar ou at\u00e9 um pequeno eletrodom\u00e9stico \u2014 pode ser um sinal de alerta para condi\u00e7\u00f5es graves de sa\u00fade. \u00c9 o que mostra um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Sharjah, nos Emirados \u00c1rabes, com apoio do SHARE Berlin Institute, na Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-025-03128-y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pesquisa<\/a>, publicada na revista Scientific Reports, analisou mais de 51 mil idosos com 50 anos ou mais, de 15 pa\u00edses diferentes, e identificou uma liga\u00e7\u00e3o direta entre dificuldade em levantar esse peso e o risco elevado de diversas doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Riscos v\u00e3o al\u00e9m da fraqueza muscular<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo os cientistas, os participantes que relataram dificuldade para levantar 5 kg apresentaram maior probabilidade de desenvolver:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Doen\u00e7as cardiovasculares<\/strong>, como infarto e hipertens\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Osteoartrite e fraturas de quadril<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Doen\u00e7as neurol\u00f3gicas<\/strong>, como Alzheimer e AVC<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Depress\u00e3o e baixa qualidade de vida<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Colesterol alto e diabetes<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diminui\u00e7\u00e3o da for\u00e7a nas m\u00e3os (baixa preens\u00e3o manual)<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A descoberta serve como indicador precoce de fragilidade muscular e poss\u00edvel porta de entrada para doen\u00e7as mais s\u00e9rias. De forma surpreendente, o risco elevado se manteve independente da idade ou do sexo dos participantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Diagn\u00f3stico sem custos e acess\u00edvel<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Os autores defendem que esse teste simples e cotidiano pode se tornar uma ferramenta de triagem poderosa, sem a necessidade de equipamentos cl\u00ednicos caros.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, a for\u00e7a muscular costuma ser medida com equipamentos m\u00e9dicos espec\u00edficos, dispon\u00edveis apenas em cl\u00ednicas e hospitais. O novo m\u00e9todo, no entanto, pode ser feito em casa, de forma aut\u00f4noma, r\u00e1pida e sem custos.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com estimativas da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), cerca de 1,7 bilh\u00e3o de pessoas no mundo sofrem com condi\u00e7\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas que afetam mobilidade e autonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>O principal motivo da limita\u00e7\u00e3o \u00e9 a perda natural de massa e for\u00e7a muscular com o envelhecimento \u2014 condi\u00e7\u00e3o conhecida como sarcopenia. Embora comum, ela n\u00e3o deve ser ignorada, j\u00e1 que se associa a um decl\u00ednio funcional progressivo e ao aumento de risco de depend\u00eancia e mortalidade precoce.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parece inofensivo, mas n\u00e3o conseguir levantar um objeto de 5 quilos \u2014 como uma sacola de compras, um saco de a\u00e7\u00facar ou at\u00e9 um pequeno eletrodom\u00e9stico \u2014 pode ser um sinal de alerta para condi\u00e7\u00f5es graves de sa\u00fade. \u00c9 o que mostra um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Sharjah, nos Emirados \u00c1rabes, com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":9676,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-9673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9673"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9680,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9673\/revisions\/9680"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9676"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}