{"id":9913,"date":"2025-06-13T07:44:48","date_gmt":"2025-06-13T10:44:48","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/?p=9913"},"modified":"2025-06-13T07:44:51","modified_gmt":"2025-06-13T10:44:51","slug":"novas-regras-para-a-aposentadoria-masculina-passam-a-valer-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/novas-regras-para-a-aposentadoria-masculina-passam-a-valer-no-brasil\/","title":{"rendered":"Novas regras para a aposentadoria masculina passam a valer no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>O cen\u00e1rio da aposentadoria no Brasil mudou significativamente desde a promulga\u00e7\u00e3o da Reforma da Previd\u00eancia, em 2019. As novas regras j\u00e1 est\u00e3o valendo e afetam diretamente os trabalhadores que planejam se aposentar por idade nos pr\u00f3ximos anos. No caso dos homens, os crit\u00e9rios passaram a ser mais exigentes, especialmente para quem come\u00e7ou a contribuir ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ap\u00f3s novembro de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Emenda Constitucional n\u00ba 103\/2019, os homens continuam podendo se aposentar a partir dos 65 anos de idade. No entanto, o tempo m\u00ednimo de contribui\u00e7\u00e3o sofreu altera\u00e7\u00e3o para quem ingressou no Regime Geral de Previd\u00eancia Social (RGPS) ap\u00f3s 13 de novembro de 2019.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Confira os requisitos:<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Idade m\u00ednima<\/strong>: 65 anos<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tempo de contribui\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>20 anos (240 meses)<\/strong> para quem come\u00e7ou a contribuir ap\u00f3s a reforma<\/li>\n\n\n\n<li><strong>15 anos (180 meses)<\/strong> para quem j\u00e1 contribu\u00eda antes da reforma, conforme regras de transi\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Regras de transi\u00e7\u00e3o: quem j\u00e1 contribu\u00eda antes tem condi\u00e7\u00f5es mais brandas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Homens que j\u00e1 estavam filiados ao INSS antes da reforma t\u00eam direito a regras de transi\u00e7\u00e3o, permitindo que se aposentem com 15 anos de contribui\u00e7\u00e3o. Ainda assim, \u00e9 necess\u00e1rio atingir os 65 anos de idade para requerer o benef\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas regras buscam equilibrar a mudan\u00e7a de sistema e evitar preju\u00edzos bruscos a quem j\u00e1 estava pr\u00f3ximo da aposentadoria antes das altera\u00e7\u00f5es legais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Diferen\u00e7a para as mulheres e trabalhadores rurais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Enquanto os homens precisam comprovar 20 anos de contribui\u00e7\u00e3o no novo modelo, as mulheres devem comprovar apenas 15 anos, com idade m\u00ednima de 62 anos. A diferen\u00e7a visa compensar as condi\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho feminino, onde \u00e9 comum a dupla jornada e menor tempo de contribui\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso dos trabalhadores rurais, a idade m\u00ednima \u00e9 reduzida:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Homens<\/strong>: 60 anos<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mulheres<\/strong>: 55 anos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para esse grupo, a comprova\u00e7\u00e3o do tempo de atividade rural pode ser feita por notas fiscais, declara\u00e7\u00f5es sindicais ou contratos de arrendamento, sendo necess\u00e1rio apresentar evid\u00eancias de pelo menos 15 anos de trabalho no campo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cen\u00e1rio da aposentadoria no Brasil mudou significativamente desde a promulga\u00e7\u00e3o da Reforma da Previd\u00eancia, em 2019. As novas regras j\u00e1 est\u00e3o valendo e afetam diretamente os trabalhadores que planejam se aposentar por idade nos pr\u00f3ximos anos. No caso dos homens, os crit\u00e9rios passaram a ser mais exigentes, especialmente para quem come\u00e7ou a contribuir ao [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":5368,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-9913","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9913","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9913"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9913\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9914,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9913\/revisions\/9914"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5368"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9913"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9913"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9913"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}