Terça-feira, 07 de abril de 2026

Bom dia!

A guerra no Oriente Médio, que já dura mais de um mês, acende um alerta para a siderurgia brasileira ao elevar os custos, comprimir as margens e pressionar a demanda. Em Minas, a inovação ganha espaço com um projeto de R$ 15 milhões que aposta na mandioca como insumo estratégico para a mineração. Já em Belo Horizonte, o Cine Theatro Brasil chega aos 94 anos reforçando seu papel na revitalização do Centro e no fortalecimento de conexões culturais e econômicas, tema de entrevista exclusiva com a gestora do espaço, Eliane Parreiras.

Guerra no Oriente Médio pode agravar quadro negativo da siderurgia no Brasil

O cenário negativo enfrentado pela siderurgia brasileira, marcado por importações elevadas e pelo fraco consumo interno, pode se intensificar com a guerra no Oriente Médio. O conflito, que já dura mais de um mês, afeta energia, logística e ciclo econômico, elevando custos, comprimindo margens e pressionando a demanda.

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Setor siderúrgico registra queda na demanda interna, além da entrada de aço importado, principalmente da China | Foto: Reprodução Adobe Stock

Projeto de R$ 15 milhões aposta na mandioca como insumo da mineração em Minas

Tradicionalmente associada à alimentação do brasileiro, a mandioca pode, em um futuro próximo, desempenhar um papel crucial na mineração, setor que, só em Minas Gerais, alcançou um faturamento de R$ 119,2 bilhões em 2025. A iniciativa, que demanda R$ 15 milhões em investimentos, já começa a ser articulada no Estado e pretende usar o tubérculo no beneficiamento mineral.

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Cine Theatro Brasil amplia atuação e reforça conexão com o Centro

Ícone da arquitetura e da memória cultural de Belo Horizonte, o Cine Theatro Brasil chega aos 94 anos em um momento de renovação. Sob a gestão de Eliane Parreiras, o espaço amplia sua atuação para além da programação artística, com foco em formação de público, sustentabilidade financeira e fortalecimento de parcerias com a iniciativa privada. Em sintonia com o movimento de revitalização do Centro, o equipamento cultural aposta na ocupação diversificada, na integração com outros agentes culturais da Praça Sete e na consolidação de um modelo que combine acesso, gestão profissional e impacto econômico.

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