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Prevenção ainda é o melhor tratamento para o câncer

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Dra Daniela Silva do Espírito Santo, médica ginecologista e obstetra | Crédito: Divulgação

O Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais (CIEE/MG) apoia as campanhas do Outubro Rosa e Novembro Azul e estimula a realização das medidas preventivas e controles aos cânceres de mama e próstata.

Nesse sentido, em parceria com a EMS, o seu Projeto Lives pelo Instagram, mediada pela responsável pelas mídias sociais Ana Carolina Oliveira, convidou a Dra. Daniela Silva do Espírito Santo, médica ginecologista e obstetra, para abordar esses temas.

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Daniela Espírito Santo é formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2007, fez sua especialização em ginecologia e obstetrícia no Ipsemg. Ela compõe o corpo clínico do Hospital Vila da Serra e da Neocenter Maternidade. Integra ainda o Instituto Gestare, que tem como objetivo encorajar a mulher a ser protagonista do próprio parto, sentindo-se tranquila e respeitada. O instituto é formado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicas ginecologistas e obstetras, enfermeiras obstetras, pediatras, fisioterapeutas e outras profissionais voltadas para a saúde da mulher e da criança de forma segura e humanizada. 

Campanha – O Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Essa campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro, tem como símbolo o laço cor de rosa e é promovida em várias partes do mundo.

O câncer de mama é o mais incidente em mulheres no mundo, representando 24,2% do total de casos em 2018, com aproximadamente 2,1 milhão de casos novos. É a quinta causa de morte por câncer em geral (626.679 óbitos) e a causa mais frequente de morte por câncer em mulheres. No Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama também é o mais incidente em mulheres de todas as regiões. Para o ano de 2020 foram estimados 66.280 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 43,74 casos por 100 mil mulheres.

Já o mês de novembro é internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem. O mês foi escolhido porque é nele que ocorre o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos.

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De acordo com a doutora Daniela Espírito Santo, com o decorrer do tempo e a passagem dos anos, a mulher vem ganhando cada vez mais espaço e passou a valorizar mais seus desejos, vontades e cuidados com o corpo, por isso, a importância de dar mais atenção, além da beleza, à saúde.

Destaque – De acordo com a médica, com a expectativa de vida aumentada, cada vez mais, uma mulher de 50/60 anos hoje está bem ativa. Por isso, disse ela, o câncer de mama vem aparecendo estatisticamente em destaque em relação à saúde da mulher. “Devemos estar atentos para detectar, a qualquer momento, algo diferente do habitual no corpo. É importante esclarecer que, apesar da importância do autoexame, ele não substitui a mamografia, que detecta precocemente qualquer problema”

Segundo a médica, as campanhas ao combate aos cânceres de mama e de próstata são importantes, já que são duas doenças extremamente prevalentes no Brasil e no mundo e tem bons resultados nos tratamentos se diagnosticado precocemente. “Em relação à prevenção, os dois se assimilam também na idade, já que devem ser iniciadas a partir dos 40 anos”.

De acordo com a doutora Daniela Espírito Santo, o Sistema Único de Saúde (SUS) está adequado e equipado para atender a demanda da população em relação a exames de prevenção do câncer de mama e segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde. No SUS existe a indicação para fazer exames a cada três anos, já no setor privado o intervalo è menor

Devido ao período de pandemia da Covid-19, segundo a doutora Daniela Espírito Santo, as consultas diminuíram muito. No início os consultórios permaneceram praticamente zerados de pacientes, principalmente daqueles que integram o grupo de risco, e assim protelaram seus exames.

“Mas é importante, quando for possível, fazer o controle da saúde, uma vez que não é só a Covid-19 que ataca as pessoas, outras doenças estão aí e merecem cuidados. O isolamento trouxe impactos em relação ao estilo de vida, além de aumentar o estresse, principalmente das mulheres. Por isso recomendo a retomada da qualidade de vida agora e não aguardar o fim da pandemia”, alertou.

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