Nova diretoria do IFL tomou posse com o objetivo de subir o nível dos debates em BH - Créditos: Divulgação

Implementação de um novo ciclo de formação de líderes, aposta na qualidade dos debates e no aprofundamento dos estudos. Essas são as diretrizes do trabalho do novo presidente do Instituto de Formação de Líderes de Belo Horizonte (IFL BH), Lucas Vidigal, que tomou posse com a nova diretoria da organização, no fim do último mês. A expectativa do executivo é ampliar o número de associados em formação e alcançar o limite de 60 líderes por ciclo.

O presidente explica que o IFL tem a missão de formar lideranças empresariais a partir de valores como liberdade, responsabilidade individual, Estado de Direito e propriedade privada. A renovação da diretoria acontece todos os anos, sendo que cabe ao presidente em exercício treinar um líder que ocupará o seu lugar no ano seguinte. Esse líder, por sua vez, é o responsável por indicar os nomes da diretoria, que passarão pela aprovação do presidente.

“Ocupar esse espaço na diretoria do IFL faz parte do processo de formação de liderança do instituto. Para mim é uma experiência fantástica. Tenho uma empresa de planejamento financeiro pessoal e familiar e, no curto prazo, vou precisar sacrificar minha dedicação ao negócio. Mas, por outro lado, ganho muito em aprendizado e networking”, afirma.

O executivo garante que também tem muito a contribuir com o instituto. Ele afirma que sempre conservou o sonho por um IFL em Belo Horizonte mais forte e representativo.

“Eu acredito na vocação do instituto de formação de liderança com base nos princípios de liberdade. Meu projeto enquanto presidente será fortalecer essa vocação para a educação e o treinamento. Quero subir o nível dos debates que fazemos e cobrar mais aprofundamento nos estudos”, afirma.

Segundo ele, entre as ações práticas previstas para essa diretoria está a implementação de um novo ciclo de formação de líderes, que foi desenvolvido no ano passado. Com a ajuda de grandes consultorias, como a Falconi, o IFL reestruturou a jornada de estudos dos associados.

“Foi feita uma revisão estratégica a partir dos valores do IFL. Tudo foi revisto: a forma de avaliar, os livros adotados, entre outras questões. Agora, em 2019, é o momento de implementar tudo isso”, diz.

O presidente também espera atrair um número maior de associados em formação, chegando ao número limite de 60 pessoas por ciclo. Ele lembra que, neste ano, também será realizado o 10º Fórum Liberdade e Democracia.

“Esse é um evento que fazemos anualmente, mas o 10º é um número representativo e pretendemos fazer um excelente fórum. Esse é um espaço muito importante de debate de ideias de líderes acadêmicos, empresariais e políticos”, conclui.

Eu acredito na vocação do instituto de formação de liderança com base nos princípios de liberdade. Meu projeto enquanto presidente será fortalecer essa vocação para a educação e o treinamento. Quero subir o nível dos debates que fazemos e cobrar mais aprofundamento nos estudos”, afirma.

Segundo ele, entre as ações práticas previstas para essa diretoria está a implementação de um novo ciclo de formação de líderes, que foi desenvolvido no ano passado. Com a ajuda de grandes consultorias, como a Falconi, o IFL reestruturou a jornada de estudos dos associados.

“Foi feita uma revisão estratégica a partir dos valores do IFL. Tudo foi revisto: a forma de avaliar, os livros adotados, entre outras questões. Agora, em 2019, é o momento de implementar tudo isso”, diz.

O presidente também espera atrair um número maior de associados em formação, chegando ao número limite de 60 pessoas por ciclo. Ele lembra que, neste ano, também será realizado o 10º Fórum Liberdade e Democracia.

“Esse é um evento que fazemos anualmente, mas o 10º é um número representativo e pretendemos fazer um excelente fórum. Esse é um espaço muito importante de debate de ideias de líderes acadêmicos, empresariais e políticos”, conclui.