Por Folhapress
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O empresário Elon Musk, dono da rede social X (antigo Twitter), foi incluído neste domingo (7) como investigado no inquérito das milícias digitais por ordem no ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
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O empresário chegou a dizer que estava “levantando restrições” de sua rede impostas por decisões judiciais, além de defender que Moraes deveria renunciar ou sofrer impeachment.
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Entenda o que se sabe a respeito sobre disputa Elon Musk e Moares e quais as repercussões do episódio
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Musk - A primeira manifestação de Musk a reverberar neste fim de semana foi uma publicação em post do ministro Alexandre de Moraes em que o empresário questionou o porquê de “tanta censura no Brasil”.
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Inquérito inclui Elon Musk - Na noite de domingo (7), Moraes determinou a inclusão de Musk como investigado no inquérito que apura a existência de milícias digitais antidemocráticas e seu financiamento.
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Segundo Moraes, a medida se justifica pela “dolosa instrumentalização criminosa” da rede e que Musk iniciou uma campanha de desinformação sobre a atuação do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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Twitter Files - Na última quarta-feira (3), o jornalista e ativista Michael Shellenberger fez um post no X com uma série de críticas a Moraes e à atuação do Judiciário brasileiro, sob o título “Twitter Files – Brazil”.
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Reação da direita - Em live, no domingo, o ex-presidente Bolsonaro disse que Musk assumiu a briga pela liberdade no Brasil e se tornou um símbolo dessa luta.
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Reação da esquerda - Parlamentares de esquerda e membros do governo Lula (PT) criticaram a postura de Musk e utilizam o episódio para defender que haja regulação das redes sociais.
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O ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, disse que o Brasil “não é a selva da impunidade e nossa soberania não será tutelada pelo poder das plataformas de internet e do modelo de negócio das big techs“.
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