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Hipercentro de BH precisa reaver vocação econômica

Por Mara Bianchetti

Crédito: Ascom/APCBH

Antes reduto de grandes e imponentes negócios, fortes comércios e famílias tradicionais, com o passar dos anos, o hipercentro de Belo Horizonte se tornou um local vazio, apesar da enorme concentração de pessoas que transitam diariamente pelos arredores da Praça Sete.

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Os motivos para a desvalorização são inúmeros, mas passam também pelo processo de urbanização e expansão econômica da cidade, que viria se tornar uma das principais metrópoles brasileiras com o passar dos anos.

Crédito: Ascom/APCBH/Adão de Souza

Os projetos de reestruturação, requalificação ou revitalização tornaram-se necessários e começaram a chegar. 

Crédito: Alisson J. Silva

A reabilitação da região passa por pontos como o redirecionamento das vocações econômicas, incluindo a cultural (por meio dos parques e teatros), a educacional (com os alunos que transitam pelas ruas e estudam na região), a noturna (por meio de bares e restaurantes), a tecnológica (por meio da economia criativa e todas as suas possibilidades), a médica (com serviços de ponta oferecidos ali).

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