Por Daniela Maciel
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Consideradas uma tendência imobiliária e uma boa opção de investimento, as minicasas, ou tinyhouses, buscam atender um público crescente no Brasil e em outras partes do mundo: os solteiros.
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Segundo a Euromonitor International, o número de solteiros já ultrapassa o de casados na América do Norte e na Europa e deve crescer mais de 20% no mundo até 2040.
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No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima 81 milhões de solteiros e 63 milhões de casados.
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16% dos lares do País são ocupados por pessoas que vivem sozinhas.
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Atenta a essa fatia da população, a MiniHouse, startup sediada na região Centro-Sul de Belo Horizonte, lançou, no início do semestre, em Lagoa Santa, na região metropolitana, o seu primeiro empreendimento e já comemora a ocupação plena.
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Os pontos positivos, de acordo com o CEO da MiniHouse, Rangel Lerbach, são as tecnologias inteligentes empregadas na obra, baixo custo de manutenção, além de uma arquitetura que se preocupa com o conforto e aconchego do morador.
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