Queijo Minas Artesanal precisa ser regulamentado

Por Magali Simone

Crédito: Divulgação/Seapa

Ele tem distintos formatos, diferentes sabores e texturas. Está em iguarias doces e salgadas e é considerado patrimônio imaterial do Estado. Combina com o cafezinho, com uma boa taça de vinho ou com uma cervejinha gelada. Há quem não resista a um bom “Romeu e Julieta”.

Crédito: Divulgação/Seapa

Feito com leite cru, o Queijo Minas Artesanal (QMA) está conquistando os paladares de mestres queijeiros de países tradicionais como a França, Portugal, Espanha e Suíça. Embora  ainda  não tenha regulamentação para ser exportado.

Crédito: Divulgação/Emater-MG

De acordo com o diretor de Agroindústria e Cooperativismo da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), Ranier Chaves Figueiredo, o governo mineiro está tentando agilizar a legislação que permitirá a aceleração segura da regulamentação às normas internacionais, o que poderá garantir a adequação às normas para a exportação.

Crédito: Queijo D'alagoa

A modernização da legislação que normatizava a regulamentação dos produtores em 2002 estimulou o crescimento do número de fabricantes de Queijo Minas Artesanal, gerando 30 mil empregos diretos, empregando cerca de 9.000 famílias atualmente, conforme o diretor de Cooperativismo da Seapa.

Crédito: Acervo pessoal/Capim Canastra

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