Confira o que foi destaque no Diário do Comércio

3 de fevereiro de 2024 às 5h03

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Crédito: Divulgação Prefeitura de Pouso Alegre

Pouso Alegre atrai investimentos de R$ 1 bilhão em 2023

Fatores como localização estratégica e ambiente favorável aos negócios, com incentivos e benefícios fiscais, impulsionam os investimentos privados em Pouso Alegre, no Sul de Minas. No ano passado, o município atingiu a marca de R$ 1 bilhão de aportes efetivados e anunciados. Para 2024, a perspectiva é da formalização de um valor semelhante, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pouso Alegre, José Carlos Costa.

Grande parte das inversões deve ser feita por fornecedores de indústrias que estão se instalando na região. Com previsão do início das operações para julho, a Midea terá duas linhas produtivas na cidade: uma de refrigeradores e outra de máquinas de lavar. Os aportes previstos são de R$ 600 milhões. Já a XCMG investirá R$ 270 milhões em sua planta instalada em Pouso Alegre.

Minas apura saldo de 140,8 mil empregos

Minas Gerais fechou 2023 com superávit de 140,8 mil empregos com carteira assinada. Foram homologadas 2,587 milhões de contratações e 2,446 milhões de demissões no Estado, de acordo com o Caged. O principal destaque foi o setor de serviços, com saldo positivo de 87,5 mil vagas, seguido pelo comércio, com 23,4 mil novos postos de trabalho. As duas atividades responderam por quase 80% dos empregos gerados.

O restante foi dividido entre indústria (15,1 mil), construção (13,5 mil) e agropecuária (1,1 mil). No País, o saldo foi de 1,483 milhão de vagas formais. Minas ficou em terceiro lugar, atrás de São Paulo (390 mil) e Rio de Janeiro (160,5 mil).

Mineração
Crédito: Ricardo Teles

Mineração prevê aportes de US$ 17,2 bilhões no Estado

As mineradoras revisaram para cima a previsão de investimentos em Minas Gerais entre 2023 e 2027 para o período de 2024 a 2028. O Ibram estimava aportes de US$ 11,4 bilhões no Estado. O valor foi ampliado para US$ 17,2 bilhões. No Brasil, a projeção subiu de US$ 50 bilhões para US$ 64,5 bilhões. Com uma fatia de 30,6% do total, Minas é o principal destino das inversões. A mineração pretende elevar em 62,7% os aportes socioambientais, de US$ 6,6 bilhões no quinquênio até 2027 para US$ 10,7 bilhões até 2028.

O diretor de Sustentabilidade e Assuntos Regulatórios do Ibram, Júlio Nery, explica que as empresas investirão na substituição de fontes de energia não renováveis para limpas, buscando a transição para a economia de baixo carbono. Em logística, os aportes devem avançar 133%, atingindo US$ 10,36 bilhões no País.

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