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Intenção de consumo recua em BH com desemprego e renda menor

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A piora nas condições econômicas deixa as famílias mais cautelosas nas compras | Crédito: Rovena Rosa/ABr

As consequências da pandemia da Covid-19, como o desemprego e o achatamento da renda de boa parte da população, têm deixado as famílias de Belo Horizonte mais receosas para ir às compras.

A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) mostra uma retração de 3,9 pontos percentuais (p.p.) em abril na comparação com o mês de março, atingindo 68 pontos. Os 100 pontos demarcam o limite entre o otimismo e o pessimismo.

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O estudo foi elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) com os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A pesquisa foi feita com mil famílias que moram na capital mineira.

“Há mais de um ano, estamos vivendo esse cenário de crise econômica devido à pandemia. Isso acaba gerando um cenário de instabilidade, de desemprego, de achatamento da renda e de incerteza em relação ao futuro”, destaca a analista de pesquisa da Fecomércio MG, Carolina Barcelos.

Os números de Intenção de Consumo das Famílias revelam também que todos os subindicadores mostraram recuo em abril na comparação com março.

O item emprego atual, por exemplo, passou de 99,9 em março para 96,3 em abril. Já a perspectiva profissional baixou de 93,2 para 88,6. Também apresentaram diminuição dos números a renda atual (87,5 para 84,4), o acesso ao crédito (68,9 para 65,7), o nível de consumo (47,1 para 44,9), a expectativa de consumo (74,0 para 67,3), e o consumo de bens duráveis (32,7 para 29,0).

Intenção de consumo pode aumentar com avanço da vacinação

Apesar de os números relacionados à intenção de consumo estarem em queda, o avanço da vacinação contra a Covid-19 pode contribuir para que o cenário se fortaleça positivamente, de acordo com Carolina Barcelos.

A analista de pesquisa da Fecomércio MG diz que esse é um dos fatores principais para que o consumo volte a crescer. Além disso, existem outras contribuições, diz ela, como as medidas governamentais.

“A expectativa é que com o avanço da vacinação o cenário melhore, que haja uma perspectiva otimista em relação ao comércio e o consumo aumente. A reabertura do comércio, o novo auxílio emergencial e outras medidas também devem influenciar positivamente”, diz ela.

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