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Log deve revisar para cima plano de expansão

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Projetos desenvolvidos pela empresa no Sul de Minas Gerais vêm contribuindo para melhora em estimativa da companhia | Crédito: Divulgação
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Tamanha a demanda por galpões logísticos por empresas do varejo diante do boom do e-commerce desde meados do ano passado que a Log Commercial Properties, empresa especializada em aluguel de galpões e condomínios logísticos, que tem os donos da MRV como principais acionistas, está revendo seu plano de expansão quase que trimestralmente.

A meta de 1,4 milhão de metros quadrados em Área Bruta Locável (ABL) até 2024 do programa “Todos por Um” já está ultrapassada A companhia estima novo salto ainda em 2021, e os projetos desenvolvidos na cidade de Extrema, no Sul do Estado, estão contribuindo fortemente para este movimento.

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Segundo o FCO da Log, Andre Vitória, a empresa já desenvolveu 1 milhão de metros quadrados desde 2008 e, até o ano passado, o plano era dobrar esta quantidade. Depois, com uma nova revisão do “Todos por Um”, a estimativa passou para os atuais 1,4 milhão, número que, conforme o executivo, deverá ter nova escalada até o fim deste exercício.

“Temos um cenário positivo para a companhia e vemos a macroeconomia com maior estabilidade daqui para frente. Assim, a tendência é que esse avanço se dê cada vez mais rápido, não apenas das operações da Log, mas também das operações dos nossos clientes. Isso nos faz estimar uma nova revisão nos próximos meses”, revelou.

Com as revisões, os aportes por parte da companhia também deverão ser maiores. Inicialmente, o “Todos por um” previa investimentos de R$ 1,5 bilhão entre 2020 e 2024 em todo o País para a construção de 1 milhão de metros quadrados. A nova estratégia, porém, prevê aportes de R$ 2,2 bilhões, volume também já ultrapassado.

Assim, a previsão antecipada ao DIÁRIO DO COMÉRCIO em maio do ano passado deverá se confirmar. Na época, o CEO da Log, Sérgio Fischer, disse que embora ainda fosse cedo para entender como a demanda iria se comportar no restante do ano, a empresa já prospectava terrenos em novas regiões para construção de galpões para além dos 1 milhão de metros quadrados de ABL previstos quando do lançamento do plano de expansão da companhia, lançado em 2019. Ele citou a expansão do plano em 50% ou até em dobro, o que significaria aportes de R$ 3 bilhões.

Para se ter uma ideia, no último trimestre, a desenvolvedora de ativos logísticos greenfield e locadoras de galpões de alto padrão fechou um novo projeto “built to suit” (BTS) de 100 mil metros quadrados. Na operação BTS, o cliente assina um pré-contrato com a companhia, normalmente usado para operações representativas.

Também nos últimos meses, a empresa anunciou um acordo para a venda do ativo BTS Extrema para o fundo de investimento imobiliário (FII) BM II por R$ 272,7 milhões, resultando em uma margem bruta de 44% sobre o montante investido.

Extrema

E por falar na cidade do Sul de Minas, os projetos da Log na região estão em plena ascensão. Há uma semana, foram iniciadas as obras de outro BTS na região. De acordo com Vitória, o empreendimento conta com ABL de 78 mil metros quadrados e foi desenvolvido para um cliente do setor de e-commerce.

“Extrema é uma região muito demandada e possui a vocação logística como diferencial, dada a localização geográfica e a infraestrutura local. Por isso, há muitas empresas do setor na cidade e grande parte do nosso portfólio está no segmento. Mas há outras operações em diferentes áreas industriais, como farmacêutica, alimentos e bebidas, transportes e outros”, destacou.

Neste sentido, vale destacar que a companhia trabalha tanto com os chamados BTS quanto com galpões especulativos, sendo que os primeiros representam cerca de 30% dos empreendimentos da empresa e os demais 70%. Mas não necessariamente há um trabalho para equiparação dos negócios.

“Entendemos que, por uma característica ou outra, a viabilidade econômica do empreendimento é o que mais nos atrai. Por isso, seja no formato BTS ou em galpões especulativos, nossa atuação se baseia na estratégia, localização e perpetuidade do empreendimento”, concluiu.

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