LOG tem lucro recorde no 3º trimestre

30 de outubro de 2020 às 0h17

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Ebitda da companhia cresceu 103% e atingiu R$ 147,6 mi | Foto: BRUNO HENRIQUES CORRÊA / AVIVA

O terceiro trimestre deste ano foi bastante representativo para a LOG Commercial Properties. De acordo com o balanço divulgado ontem pela empresa, o lucro líquido da companhia no período foi o maior historicamente, alcançando R$ 66,242 milhões. O número representa um aumento de 186,8% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 23,096 milhões).

A empresa também registrou o melhor Ebitda histórico, com R$ 147,659 milhões, alta de 103% quando comparado com o terceiro trimestre do ano passado, que alcançou os R$ 72,725 milhões.

A companhia ainda frisou em seu balanço que este é o melhor momento comercial de toda a história da marca. Se de janeiro a setembro de 2019 a empresa contava com 197.707 m² de área bruta locável (ABL) em absorção bruta mais renovações, o número saltou para 320.234 m² no acumulado deste ano. Esse número representa um crescimento de 62%.

CEO da LOG, Sergio Fischer destaca que o momento atual é ímpar para a logística do Brasil. “A demanda nunca esteve tão forte, a vacância nunca esteve tão baixa”, salienta ele. Para se ter uma ideia, no fim do mês passado, foi registrada uma vacância mínima de 3,5%, algo histórico.

Um dos fatores que têm impulsionado o crescimento da companhia está relacionado à mudança do comportamento dos consumidores por conta da pandemia da Covid-19. Por causa das medidas de isolamento social, adotadas como forma de ajudar a combater o contágio da doença, o e-commerce se fortaleceu ainda mais, ganhando um espaço de destaque maior, conforme destaca Fischer.

É nesse cenário, aliás, que 43% do portfólio da empresa já guarda relação com o comércio eletrônico. Além disso, a demanda por novos espaços permanece em alta para a companhia.

“A pandemia acelerou muito o e-commerce, que representa cerca de 5% das vendas do varejo. Neste ano, já existem previsões de que esse número poderá dobrar”, diz o CEO da LOG.

Para Fischer, a penetração do e-commerce mudou de patamar e a tendência é que continue crescendo, mesmo em um momento pós-pandemia. Ele lembra, inclusive, da situação de outros países, como a dos Estados Unidos, onde cerca de 12% das vendas do varejo já correspondem ao comércio eletrônico.

Expectativas – Está nas perspectivas da empresa a entrega de 1 milhão de metros quadrados de ABL até o ano de 2024, conforme o Plano Todos por 1.

“No ano passado, fizemos um plano ambicioso de entregar um milhão de metros quadrados até 2024. Fomos à Bolsa, capitalizamos a empresa”, diz Fischer.

Segundo o CEO, a empresa tem hoje uma capacidade de crescer mais rápido, mais do que tinha inicialmente, dadas as condições mais favoráveis.

“Começamos a soltar novos empreendimentos Brasil afora e estamos em todas as regiões do País. Estamos apresentando resultados recordes”, destaca ele.

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