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Poços de Caldas terá unidade fabril da Docol

Planta receberá aportes de R$ 300 milhões para produzir louças sanitárias

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A Docol planeja ser uma das três maiores produtoras nacionais de louças sanitárias com a instalação da fábrica no Sul de Minas | Crédito: Divulgação/Docol
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A Docol, uma das maiores fabricantes brasileiras de metais sanitários, anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção de uma fábrica em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Voltada para louças sanitárias, com previsão de gerar até 500 empregos diretos e outros 4 mil indiretos, a unidade começa a ser implantada nas próximas semanas e o início das operações deverá ocorrer entre 2023 e 2024.

A fábrica vai produzir aproximadamente dez linhas de produtos de louças sanitárias, entre eles: bacias, bidês, caixas de descarga, cubas, lavatórios, mictórios e tanques. Atualmente, a empresa possui plantas em Joinville (SC) e São Paulo (SP). Durante solenidade para anúncio do investimento, o presidente da empresa, Guilherme Bertani, ressaltou que a unidade mineira vai contribuir para a estratégia de crescimento do grupo tanto no mercado interno quanto externo.

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“A nova unidade em Poços de Caldas irá contribuir para o aumento dos negócios no Brasil, especialmente na região, e responderá por uma fatia significativa do faturamento da empresa”, disse. Com atuação em todos os estados do Brasil, a companhia – que já é líder na América Latina em exportações de metais sanitários -, mantém negócios em mais de 30 países.

Em entrevista ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, Bertani complementou que a empresa planeja figurar entre as três maiores fabricantes de louças sanitárias do País, quando a nova unidade fabril estiver em pleno funcionamento. Segundo ele, o projeto greenfield será executado em quatro fases.

Teremos capacidade de produzir mais de 300 mil produtos por mês. A região Sudeste é a maior consumidora de materiais de construção do País e, hoje, Minas já representa perto de 10% dos nossos negócios”, contou.

Ainda conforme Bertani, a escolha por Poços de Caldas levou em consideração os ganhos logísticos, que refletirão em melhores margens de negociação com fornecedores. Contou também, conforme o executivo, o reconhecimento do município no fomento à economia e geração de empregos diretos e indiretos na região. Ele ressaltou ainda que o ambiente de negócios do Estado também favoreceu a tomada de decisão pelo investimento.

De maneira complementar, o gerente de Negócios da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Indi), Renato Garcia, disse que as negociações com a Docol tiveram início em fevereiro e que outros estados, inclusive São Paulo, estavam na disputa pelo investimento.

Segundo ele, a favor de Minas Gerais contaram a localização geográfica – próxima dos principais mercados consumidores -, a disponibilidade de mão de obra qualificada e de matérias-primas essenciais como o gás natural.

Conforme Garcia, foi feito um trabalho em conjunto para o sucesso das tratativas. “Quando a empresa ficou entre Minas e São Paulo, já apresentamos três opções de municípios e eles optaram por Poços. Para a cidade, contou a favor a rede de gás estruturada e a concessionária municipal de energia elétrica”, revelou.

Ainda dentro dos esforços do Indi, houve a aproximação com parceiros importantes não apenas para a concretização do negócio, mas também para as operações, como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e a própria Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig).

Cidade em expansão

Informações da Prefeitura de Poços de Caldas dão conta de que a cidade encontra-se em plena expansão. O Parque Industrial já conta com 18 empresas instaladas e outras 20 estão em negociação. Segundo o Executivo, em breve, outras nove, que estão em processo de implantação, irão começar a operar. Apenas no último mês, seis delas anunciaram investimentos de R$ 40 milhões com a geração de 200 novos empregos.

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