Polo moveleiro de Ubá passa a reunir 22 cidades

16 de janeiro de 2021 às 0h20

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Crédito: Divulgação

O polo moveleiro de Ubá, na Zona da Mata, vai viver uma nova realidade neste ano. Com a promulgação da Lei 23.765 pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no dia 6 de janeiro, houve uma expansão territorial que engloba mais 14 municípios.

Agora, o polo passa a ser formado por 22 cidades: Astolfo Dutra, Cataguases, Divinésia, Dona Euzébia, Dores do Turvo, Goianá, Guarani, Guidoval, Guiricema, Mercês, Piraúba, Rio Novo, Rio Pomba, Rodeiro, São Geraldo, São João Nepomuceno, Senador Firmino, Silveirânia, Tabuleiro, Tocantins, Ubá e Visconde do Rio Branco, que somam aproximadamente 386.700 habitantes.

Os impactos dessa expansão devem ser bastante positivos, conforme destaca o presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário de Ubá (Intersind), Aureo Barbosa. “Essa expansão engrandece mais a nossa representatividade dentro do cenário moveleiro nacional. Além disso, teremos chances de gerar postos de trabalho em mais municípios”, salienta ele.

Os ganhos não param por aí, pelo contrário. Barbosa acrescenta ainda que as cidades que passaram a compor o polo vão poder contar com todo o apoio técnico, jurídico, orientações e conhecimento daqueles que já têm uma experiência importante no segmento moveleiro.

A novidade no polo moveleiro de Ubá passou a valer após um ano que Barbosa classifica como “ano do mobiliário”. Apesar dos primeiros impactos da pandemia da Covid-19, que paralisaram a produção, o segmento logo se viu em meio a um volume maior de vendas.

“As pessoas passaram a equipar mais as suas residências. Além disso, já havia uma demanda reprimida dos anos anteriores”, diz o presidente do Intersind.

No entanto, apesar do aumento considerável no volume de vendas, os ganhos econômicos não acompanharam os avanços da mesma forma. O setor sofreu e sofre com falta de insumos, conforme explica Barbosa, o que interfere diretamente nos preços.

“Faltam vários tipos de matérias-primas: plástico, tecido, material para fazer espuma, derivados de madeira”, salienta ele. “Com a pandemia, a cadeia produtiva sofreu uma ruptura e estamos vendo os reflexos”, ressalta.

Nesse cenário, explica Barbosa, as empresas não conseguiram repassar todos os preços e tiveram que reduzir as suas margens.

Internet – O ano de 2020 proporcionou um volume expressivo de vendas para o setor. Em relação ao que vem pela frente, Barbosa salienta que em algum momento o segmento irá atingir um novo equilíbrio.

Entretanto, ainda será possível conseguir ótimos resultados e, inclusive, explorar determinadas oportunidades. O presidente do Intersind ressalta que no ano passado as pessoas, em geral, intensificaram as compras pela internet e que isso deve continuar mesmo em um período pós-pandemia. “Estarão bem posicionadas as empresas que se prepararam para fazer atendimento on-line”, avalia ele.

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