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EMPREENDEDORISMO FEMININO | Cinco mineiras que são destaque no mercado

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Crédito: Pixabay
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O empreendedorismo feminino ganha, cada vez mais, força e adeptas. Em busca de realização profissional e pessoal, as mulheres têm buscado na atividade autônoma o caminho para suas realizações.

O impacto tem sido tão positivo e forte na economia que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou uma data específica para esse movimento, o dia 19 de novembro.

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Confira a história de cinco mineiras que vêm chamando se destacando no empreendedorismo.

Ana Gutierrez – Bodytech

Crédito: Drika Vianna

A frente do grupo Bodytech Company em Minas Gerais, a herdeira do grupo Andrade Gutierrez iniciou sua trajetória no mercado wellness em 2002, com a abertura da primeira unidade da academia na região da Savassi, com investimento de R$ 6 milhões.

“Antes do primeiro mês de atividades se encerrar, já tinha cerca de 1.500 alunos. Superei o plano de negócio e foi um aprendizado ter que lidar com os desafios que essa surpresa trouxe” conta Ana que, apesar da experiência como empresária, só aprendeu sobre o segmento na prática.

Dezessete anos depois, Gutierrez inaugurou a 4ª unidade da Bodytech em Minas Gerais, localizada no Ponteio Lar Shopping, com capacidade para até dois mil alunos e um investimento superior a R$ 7 milhões.

Com uma média atual de receita na casa de R$ 35 milhões, Ana almeja para o próximo ano um faturamento de R$ 40 milhões, em Minas Gerais.

As quatro unidades do grupo em Minas são gerenciadas pela empresária, que detém 37,5% das ações no estado e também possui participação na rede nacional. Nesse cenário, são gerados aproximadamente 400 empregos diretos, contando com equipe de gestão, educadores físicos, instrutores, coordenadores e operacionais.

Atualmente a Bodytech Company estima faturar R$ 533 milhões em 2019, sendo aproximadamente R$ 40 milhões apenas em Minas Gerais.

Ludmila Carvalho – Gastronomia

Crédito: Arquivo Pessoal

Sócio proprietária dos restaurantes Caravela e Capitão Leitão em Belo Horizonte, Ludmila já tem um terceiro empreendimento previsto para abril de 2020.

A empreendedora e seu marido, o chef português Cristóvão Laruça, iniciaram, em 2015, o Caravela como um hobby em Casa Branca, Brumadinho, dentro de um condomínio fechado. Na época, ambos trabalhavam com educação e treinamentos.

“O objetivo inicial, de atender apenas condôminos e moradores do distrito, foi desviado e o principal cliente passou a ser de Belo Horizonte, que percorriam cerca de 70 km para experimentar nossa comida”, relembra.

Durante o primeiro ano de funcionamento, o faturamento anual não ultrapassou os R$ 250 mil. Já em 2016, após iniciar um forte trabalho nas mídias sociais, a receita passou de R$ 250 para R$ 400 mil.

Quando tudo parecia caminhar da melhor maneira possível, um comunicado, no fim de 2016, informando que o contrato de aluguel do espaço não seria renovado, trouxe uma série de problemas financeiros.

”Para que o nome do restaurante não desaparecesse do mercado decidi participar de eventos de rua e fiz parceria com uma cozinha compartilhada, pois, não tinham condições financeiras para abrir um restaurante na capital. Somente em julho de 2017 consegui um espaço em BH, e com um empréstimo de R$ 100 mil reiniciei o projeto”, conta.

Com cinco meses de casa aberta o faturamento ultrapassou a casa de 1 milhão de reais. Atualmente, a média anual ultrapassa os R$ 3 milhões. “Em 2018, surgiu a ideia de uma nova casa, o Capitão Leitão, onde também tive o cuidado de criar um conceito forte e com significado”, destaca Ludmila.

O Capitão, aberto também em agosto, tem seguido o mesmo caminho de faturamento do Caravela. E o principal aprendizado que fica: um conceito forte e bem definido leva as pessoas para aonde elas desejam.

Luciana Matosinhos e Sarah Zampier

Crédito: Divulgação/Tude7

As amigas se conheceram ainda na faculdade e logo após terminarem o curso de Publicidade e Propaganda, a vida as levou por caminhos diferentes. Sarah seguiu para o mundo corporativo, no qual atuou como gerente de marketing. Luciana, em parceria com outros investidores, abriu empresas de blindagem de carros, escola de aviação e, ainda, segue atuando como fotógrafa profissional.

Em 2018 elas uniram forças e paixões pelo turismo e fotografia, e, juntas, abriram a agência Tude7. O propósito é oferecer às mulheres viagens de experiências, como expedições fotográficas e ida a lugares inusitados, como Galápagos, Antelope Canyon e Tailândia.

“Em nossas viagens, proporcionamos às mulheres não somente a oportunidade de conhecer lugares de natureza extrema, mas também realizar sessões fotográficas profissionais e momentos de terapia espiritual”, destaca Zampier, que assumiu a gestão de marketing da agência.

O investimento inicial para criação da Tude7 foi de R$ 250 mil. As projeções de receita para o próximo ano chegam a R$ 380 mil por mês. As viagens, em sua maioria, são para destinos de luxo e inusitados.

Raquel Dalseco

Crédito: Bárbara Dutra

Da mineração à moda. A empresária, formada em Comércio Exterior, viveu grande parte da vida profissional atuando em grandes empresas de mineração como Vale, CSN e Zamin.

Além dos cargos de gestão comercial e marketing nesses locais, Dalseco também morou em Hong Kong, Espanha e Estados Unidos. Da agitada rotina de executiva à paixão pelas maratonas, Raquel percebeu que a cada compromisso era necessário um estilo diferente.

Entre um intervalo e outro, imaginava-se com uma roupa que pudesse resolver esse dilema, sem perder, é claro, sua personalidade e conforto.

Com o tempo, percebeu que não era loucura, as pessoas ao seu redor também queriam roupas mais versáteis e modernas que pudessem usar em diversos lugares e ocasiões.

Raquel vislumbrou uma loja de roupas onde o refinamento e a tendência andavam de mãos dadas e dessa inspiração e necessidade cotidiana, nasceu a AKT, marca especializada no estilo athleisure.  O propósito, não é apenas produzir roupas, mas também mostrar que é possível reinventar a moda e assumir o desejo por algo novo, confortável e versátil.

A AKT foi oficialmente lançada no mercado da moda em março de 2019, com um investimento inicial de R$ 250 mil. No próximo ano a empresa espera um faturamento de R$ 400 mil e que mais de mil peças de roupas sejam entregues nos pontos de vendas nos próximos 12 meses.

Em seus oito meses de atuação, a marca já está presente em praças como São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Goiás.

Com passagem pelo Minas Trend, maior salão de negócios de moda da América Latina, e também pelo Contemporâneo Showroom, em São Paulo, Dalseco acredita que a proposta slow fashion, com uma moda atemporal e única, é o grande diferencial para a consolidação da marca.

“Nossa roupa não é apenas para uma estação do ano, ela pode ser usada sempre. Isso também é um pilar da sustentabilidade. O mercado atual foca no conforto, praticidade e elegância. Acreditamos nesta nova mulher empoderada e dona de si”, avalia.

 

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