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Bazar em BH vende peças de marca para apoiar pacientes com câncer

Nona edição ocorre de 13 a 15 de agosto, no bairro Estoril, com parcelamento em até seis vezes e opção de entrada antecipada

2 min de leitura
Araras com roupas variadas e manequim com vestido de noiva no Bazar do Bem em BH
Espaço do Bazar do Bem em BH durante a edição de 2024, na sede da AMIS | Foto: Divulgação/Amis

Peças de marcas conhecidas a preço de brechó, com a renda destinada a pacientes com câncer. O Bazar do Bem chega à nona edição nesta semana, no bairro Estoril, região Oeste de Belo Horizonte. 

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Por trás da iniciativa estão a Comissão Feminina da AMIS (Associação Mineira de Supermercados) e a Volmape (Voluntárias do Mário Penna). O evento ocorre na sede da AMIS, na Avenida Barão Homem de Melo, 2.200, e traz calçados, bolsas e roupas masculinas, femininas e infantis de marcas conhecidas, tanto novas quanto seminovas. O valor arrecadado é revertido integralmente à Volmape, entidade que presta assistência a pacientes no Instituto Mário Penna.

De acordo com a organização, as peças têm preço menor do que nas lojas. As formas de pagamento incluem dinheiro, Pix e cartão. O pagamento no cartão de crédito pode ser parcelado em até seis vezes, a partir de R$ 50 por parcela.

Bazar do Bem em BH tem fila exclusiva para quem não quer esperar

Na quinta (13/8) e na sexta (14/8), o horário é das 9h às 19h. O sábado (15/8) tem horário reduzido, com fechamento às 15h.

Para entrar por uma fila diferenciada, é possível adquirir com antecedência um crédito de R$ 250. O WhatsApp para contato é o (31) 99398-0455.

O que a renda do bazar financia para pacientes no Mário Penna

Por dia, a Volmape distribui mais de 400 lanches a pacientes em acompanhamento no Instituto Mário Penna. A entidade também entrega kits com fraldas, xampu, escova, creme dental e peças íntimas, além de roupas e sandálias.

O suporte é voltado a internados e a acompanhantes que chegam de outras cidades de Minas e precisam permanecer em BH durante o tratamento. Parte dos recursos cobre exames, remédios que o SUS não fornece e assistência a quem já está de alta.

Essa triagem é responsabilidade da equipe de Humanização do Hospital Luxemburgo, que faz parte do Instituto Mário Penna.

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