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STF pode mudar completamente a aposentadoria no Brasil; confira o que está em jogo

Por Alan da Silva
30/11/2025
Em Geral
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Foto:
Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) prepara-se para revisar pontos cruciais da Reforma da Previdência de 2019. Embora o julgamento das 13 Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) não tenha uma data específica definida, ele aborda mudanças significativas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o impacto sobre os servidores públicos.

A reanálise busca clarificar aspectos da legislação que afetam diretamente os setores público e privado, destacando alterações em aposentadorias e contribuições previdenciárias.

Reforma da Previdência no STF

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As mudanças propostas na reforma incluem o fim da “imunidade do duplo teto”, que afeta aposentados por doenças incapacitantes, além de novas regras para aposentadorias especiais que introduzem idade mínima e proíbem converter tempos especiais em comun com outras contribuições. 

Outro ponto de contestação é a contribuição previdenciária dos aposentados e pensionistas do setor público, com alíquotas variando de 7,5% a 22%. Essa cobrança tem sido apontada como fundamental para a manutenção fiscal dos governos locais, mas também vista como um peso adicional sobre os aposentados.

Divergências entre os ministros

O STF está dividido entre a manutenção e a revisão da reforma. O relator, ministro Luís Roberto Barroso, defende a legalidade das mudanças, enquanto Edson Fachin opôs-se, questionando certos aspectos.

Há indicações de uma maioria emergente para anular algumas regras, como a progressividade das alíquotas de contribuição e condições para aposentadoria feminina no serviço público, desiguais em relação ao sistema geral.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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