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Site lista 7 itens que podem te jogar na malha fina da Receita Federal

Por Alan da Silva
25/02/2026
Em Geral
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Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

O receio de cair na malha fina da Receita Federal continua sendo uma das principais preocupações dos contribuintes no período de entrega do Imposto de Renda. Apesar disso, grande parte das retenções ocorre por falhas consideradas simples, muitas vezes resultado de desatenção no preenchimento da declaração.

Levantamento divulgado pelo site do jornal Estado de Minas aponta que inconsistências básicas ainda figuram entre os fatores que mais levam declarações à análise detalhada do Fisco.

7 erros que levam à inclusão na malha fina

De acordo com a apuração, informações incompletas ou incorretas estão entre os principais gatilhos para a malha fina. Isso porque a Receita Federal realiza o cruzamento eletrônico de dados com empresas, bancos e demais fontes pagadoras, o que permite identificar divergências de forma automatizada.

Conhecer os equívocos mais frequentes é apontado como medida preventiva para evitar questionamentos futuros. A reportagem elenca os sete erros que mais se repetem:

1. Omitir rendimentos: deixar de declarar todas as fontes de renda é uma falha recorrente. Além do salário, devem ser informados valores recebidos por aluguéis, trabalhos autônomos, pensões alimentícias e rendimentos de aplicações financeiras. Todas as fontes pagadoras precisam constar na declaração.

2. Informar dados de dependentes incorretamente: a inclusão de dependentes exige a indicação do CPF, independentemente da idade, inclusive para recém-nascidos. Caso o dependente tenha rendimentos, como bolsa de estágio ou pensão, esses valores também devem ser declarados.

3. Lançar despesas médicas sem comprovação ou despesas não dedutíveis: gastos com consultas, exames, tratamentos e planos de saúde só podem ser abatidos mediante recibos ou notas fiscais contendo CPF ou CNPJ do prestador do serviço.

4. Erros de digitação: equívocos no preenchimento de CPF, CNPJ ou valores de rendimentos e deduções podem gerar inconsistências suficientes para reter a declaração na malha fina.

5. Variação patrimonial incompatível: a evolução do patrimônio deve ser compatível com a renda informada. A compra de veículos ou imóveis exige a demonstração da origem dos recursos, inclusive quando houver financiamentos ou empréstimos.

6. Esquecer o informe do antigo emprego: quem mudou de trabalho no ano-base deve declarar os rendimentos de todas as empresas em que atuou.

7. Não atualizar o valor de bens: imóveis e veículos devem ser declarados pelo valor de aquisição, no campo “Situação em 31 de dezembro”, sem atualização pela inflação, salvo em casos de benfeitorias devidamente comprovadas.

Para evitar a malha fina, a orientação é revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio e, em caso de dúvidas, recorrer aos manuais e ao serviço de perguntas e respostas disponíveis no site oficial da Receita Federal.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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