Não apenas no Brasil, mas ao redor do mundo várias forças policiais e até mesmo o exército conta com a presença de cachorros como parte das suas táticas. Um exemplo é que cachorros até participaram da busca pelo terrorista Osama Bin Laden no Paquistão.
Cachorros do exército dos EUA ganham até dentes de titânio
Obviamente, esses cães não são o pastor alemão do seu vizinho. São animais que recebem treinamento especial e, como você já leu pelo título, até modificações corporais. De acordo com o TecMundo, o exército norte-americano substitui a dentição de alguns dos seus animais, implantando próteses de titânio comparáveis a pequenas lâminas. Cada dente sai por cerca de US$ 2 mil, conta matéria do The Daily de 2011 sobre o treinamento das unidades caninas do exército dos EUA.
O objetivo, como você já deve imaginar, é tornar a mordida deles muito mais dolorosa, com os animais podendo ser usados como unidade de ataque além de escolta e reconhecimento do local. Também é comum os animais ganharem essas próteses por causa de desgaste nos dentes naturais.
Em campo, além dos dentes de titânio, esses animais são equipados com itens como câmeras para transmitir imagens e fazer o reconhecimento do local, máscaras de oxigênio para saltos aéreos, escutas para receberem comandos dos treinadores e vestimenta que pode aguentar pequenos fragmentos de artilharia.
“O exército usa uma variedade de raças, mas as mais comuns são o pastor alemão e o Malinois belga, que ‘possuem a melhor combinação geral de aguçado olfato, resistência, velocidade, força, coragem, inteligência e adaptabilidade a quase qualquer condição climática”, explica matéria do site Gothamist.




