Em 2026, o Brasil enfrenta uma nova preocupação com a mpox, com 88 casos confirmados até 25 de fevereiro. A doença, transmitida principalmente por contato direto e secreções, já alcançou diversos estados. As autoridades de saúde estão em alerta, monitorando mais de 180 notificações suspeitas para impedir a propagação descontrolada do vírus.
São Paulo lidera com 62 casos confirmados, seguido pelo Rio de Janeiro com 15. Rondônia e Rio Grande do Sul também relatam ocorrências.
Além disso, Distrito Federal e Santa Catarina registraram um caso cada. Também foram contabilizados casos em Minas Gerais (3) e no Paraná (1), estados que ainda não haviam aparecido na lista do Ministério da Saúde.
Contexto
O Brasil registrou 795 casos de mpox em 2023. Já em 2025, foram 1.079 casos e dois óbitos, pressionando o sistema de saúde. Em 2022, uma cepa mais branda atingiu globalmente mais de 10 mil casos.
Para evitar novos aumentos, o Brasil intensificou a vigilância sanitária e campanhas de conscientização.
Prevenção
A prevenção é fundamental para conter a mpox, e o Ministério da Saúde recomenda evitar contato direto com infectados e o compartilhamento de objetos pessoais. Equipamentos de proteção individual devem ser usados quando necessário.
Campanhas de conscientização seguem enfatizando a importância da higiene pessoal.
O Brasil mantém esforços contínuos para monitorar a situação. Embora ainda não haja vacina aprovada, discussões sobre sua implementação continuam como parte essencial da estratégia de controle. Até o momento, os casos em 2026, embora aumentados, indicam uma vigilância ativa e preparação para diagnosticar e tratar precocemente.




