O posto de atleta mais rico da história não pertence a Cristiano Ronaldo nem a Lionel Messi. De acordo com levantamento da consultoria Sportico, quem lidera com ampla vantagem é o ex-jogador de basquete Michael Jordan.
Segundo o estudo, Jordan acumulou cerca de US$ 4,5 bilhões ao longo da carreira, considerando valores ajustados pela inflação, um número que o coloca isolado no topo do ranking global.
Embora tenha sido um dos maiores nomes da história do basquete, boa parte da fortuna de Michael Jordan foi construída fora das quadras. O principal motor desse crescimento é a parceria histórica com a Nike, responsável pela criação da linha Jordan Brand.
Somente em 2025, a marca gerou cerca de US$ 250 milhões em ganhos para o ex-atleta, mostrando que o impacto comercial permanece forte décadas após sua aposentadoria.
O ranking considera não apenas salários e premiações, mas também contratos de publicidade, licenciamento de marcas, participações em empresas e investimentos.

Diferença bilionária para os concorrentes
Na segunda posição aparece o golfista Tiger Woods, com ganhos estimados em US$ 2,88 bilhões ajustados pela inflação, mais de US$ 1 bilhão atrás de Jordan.
Logo em seguida vêm nomes do futebol e do basquete que ainda estão em atividade. Cristiano Ronaldo e LeBron James aparecem entre os mais bem pagos da história, seguidos por Lionel Messi, completando o grupo dos cinco primeiros.
Negócios transformaram atletas em bilionários
O levantamento também mostra uma mudança no perfil de ganhos dos atletas ao longo das décadas. Se antes a renda vinha majoritariamente de salários e prêmios, hoje os contratos comerciais e investimentos têm papel decisivo.
Parcerias com grandes marcas, participação acionária em empresas e criação de negócios próprios fizeram com que atletas modernos ampliassem significativamente suas fortunas. Ainda assim, o domínio de Michael Jordan mostra que o pioneirismo nesse modelo de negócios continua sendo um diferencial difícil de superar.




